COMEÇOU A PANTOMINA




O exercício da democracia nos órgãos autárquicos de Vila Real de Santo António começou como era esperado, quando o parlamento municipal é dirigido por um devoto do diabrete de Massamá, que tirou a licenciatura em democracia em Castelo de Vide e o mestrado em Havana outra coisa não seria de esperar. Carlos Barros, um ilustre deputado da Nação, iniciou a sua pantomina na Assembleia Municipal borrando em cima dos mais elementares princípios democráticos, obrigou os deputados municipais a votar para a mesa da AM em condições que os forçavam a tornar públicas as suas escolhas.

O ilustre deputado quando questionado sobre as condições em que os deputados municipais eram obrigados a preencher o boletim de voto respondeu que fossem votar onde se pudessem escrever. Enfim, um dia destes vai fechar a porta do WC e quando alguém lhe disser que está aflito e o mictório está fechado, responde para irem fazer o serviço ás escondidas, na Rua da Princesa.

Recorde-se que este ilustre mestre em democracia foi durante oito anos o vice do Luís Gomes tendo-se destacado pela brilhante iniciativa de se apropriar da mata em favor da CM recorrendo ao truque do usucapiao. É ainda um conhecido romancista subsidio dependente.

Enfim, a educação não é o forte desta criatura ainda que pertença à Comissão de Educação, Ciência e Cultura.