MENTIRAS DO JORNALISTA DO PASQUIM DO LARGO: A AUTARCA ARTISTA


Remdendo prontamento retirado quando a imagem foi divulgada no Facebook

Dizem-nos as más-línguas que sobrevivem em regime de clandestinidade nos corredores da câmara, que a presidente terá ficado piurça de inveja depois de ver a maravilha que ficou a EN125, está tão boa que até as escolas de condução já evitam as estradas municipais de Cacela e optam por dar as suas lições, agora mais medi´aticas garaças ao estatutio de figuras públicas, entre a Aldeia Nova e a Altura.

A autarca que tem um problema jurídico semelhante ao da EN125, que a impede de requalificar a Rua Teófilo Braga, parece que o Luís de Castro Marim (parabéns ao senhor pelo netinho e desejos de que a criança saia ao lado da mãe) e agora mais dado a cantar musiquinhas de embalar, vendeu a Rua Teófilo Braga a um privado, aliviando a dívida de VRSA com esta P,PP (Pagar, o Povo que Pague). Agora que a gestão da São está a gerar fartura de pilim, a autarca tenta alterar o contrato mas os meretíssimos juízes do Tribunal de Contas não deixam.


Momento musical do Avô Cantigas dedicado ás crianças da terra

Depois de ver os remendos da EN125 a nossa autarca decidiu ser ela a remendar a mais comercial rua da cidade, depois de a decorar com dois vasos amarelos maravilhosos, onde estão flores recuperadas da desmatação feita em Cacela, a autarca aliviar o stock camarário de sinais de trânsito, propondo aos que nos visitam a realização de uma gincana antes de darem com o caminho para o centro da cidade. Mas faltava um remendinho no chão, até porque mais dia, menos dia, o António Costa vingava-se e mandava instalar três Outdoors amarelos com escrita a negro, um junto ao Cantinho do Marquês, um junto ao Coração da Cidade e outro junto à Caravela e ainda se lembrava de convidar o cidadão medalhado da Altura para o ajudar nas entrevistas à Suzanita do "Debaixo do Guadiana".

A autarca esclareceu os vila-realenses que, tal como a gincana, o remendinho trata-se de uma experiência temporária, ainda que se multipliquem as súplicas dos munícipes para que a brilhante ideia se aplique a todo o chão da rua. Perante surpreendente sucesso, a autarca, que tem muitos dotes no domínio da decoração, já instruiu os engenheiros da câmara para que em homenagem às velhas mantas de trapos, tão típicos no passado, requalifiquem a rua transformando-a numa manta de remendos, adotando para cada um destes uma cor diferente.

Desta forma cria-se uma obra de arte ainda maior do que as da Joana Vasconcelos, não sendo de admirar que no próximo ano a nossa São cabrita seja convidada a expor na Bienal de Veneza, ou que o Joe Berardo a convide a decorar o chão do Museu Coleção Berardo. Depois da fundação e após a desistência de tranformar VRSA na Dubai do Guadiana, imaginada pelo nosso estimado avô dado a cantigas, VRSA vai ficar novamente na rota da arquitetura.