A intervenção de um município no domínio da habitação pode
ser orientada em três eixos:
Tornar os custos mais baixos: isso supõe a redução de custos
do licenciamento agilizando os licenciamentos e reduzindo as suas taxas,
promovendo soluções para que os terrenos sejam mais baratos.
Promover a construção: colocar habitação nom mercado através
da promoção de projetos privados com custos controlados, recorrendo a fundos
públicos destinados a este tipo de investimento ou construindo com fundos
municipais.
Aumentando o rendimento: adotando medidas que promovam a
criação de riqueza e o aumento dos rendimentos das famílias.
Esse Araújo foi o maior fracasso nos três domínios, não fez
nada para reduzir custos, tem destruído a imagem do turismo local com a
promoção de iniciativas rascas que apenas visa promover a sua imagem e foi o
maior fracasso no país na utilização de fundos públicos.
Nunca na história recente das autarquias houve uma
oportunidade tão boa para promover a construção de habitação, como ocorreu com
o lançamento do PRR. Mas esse Araújo, que poderia ter ajudado muita gente com
problemas de habitação, teve mais olhos do que barriga e nada fez. Limitou-se a
mentir, a fazer vídeos e a promover negócios duvidosos.
EM vez de ter sido usado para acorrer às famílias
carenciadas, parece que o PRR serviu apenas para promover grandes negócios, onde
quem ganhou não foi o concelho, mas empresários. O negócio com os fundos
imobiliários foi um absurdo e o projeto do Cine Foz parece não passar de um
negócio onde os lucros do empreiteiro beneficiaram de facilidades estranhamente
concedidas pela CM.
Parece que ainda hoje a empresa do Cine Foz não tem as
licenças necessárias, continuando a construir com licenças de retenção de
terras, cometendo ilegalidades todos os dia perante o beneplácito desse Araújo.
Mentira, incompetência e oportunismo é aquilo a que temos
assistido, durante um mandato em que não foi construída uma nova habitação, já
que a maioria das construções, muito poucas, destinam-se ao turismo.