ESTRATÉGIAS ELEITORAIS SUJAS

Lote 2244 - Tacho de grandes dimensões com respectiva tampa em barro  vidrado com decoração a ponteado típica de Barcelos. Diâm: 40 cm. Este tipo  de tachos são normalmente utilizados para servir





Temos vindo a saber de numerosas promessas de cargos a troco de votos, lugares de vereador dos assuntos sociais ou do desporto, motorista, assessores e até promessas de recondução de chefias nos cargos camarários, com um ainda candidato já a gerir o Município um ano antes das eleições.

Esta situação não é nova, é uma velha escola política nacional, que em VRSA tem sido levada a extremos e, pelos vistos com sucesso, daí que parece que esteja a fazer escola, talvez porque há candidatos supostamente da oposição que partilharam muito a intimidade dos que estão no poder.  A história das vitórias do Luís Gomes, do Carlos Barros e da São Cabrita deixaram um rasto de bandeados e de charabanecos.

Tudo começou com o famoso Cigarrinho, que ainda hoje faz render de forma principesca e à custa das taxas que pagamos, o seu estatuto de bandeado político. Mas há também um senhor da oposição, agora em fase de ressurreição, que esteve designado para ser candidato pelo PS e que a dez dias das eleições arranjou uma desculpa esfarrapada para desistir, tendo o PS local que arranjar um candidato à pressa, sobrando para aqueles que hoje são vilipendiados por gente do seu partido em sarjetas das redes sociais. O certo é que a esposa do ilustre candeado desistente rapidamente foi contratada para a CM pelo Luís Gomes e hoje, graças à lei do fim dos precários já tem lugar cativo nos quadros da CM.

Mas será isto normal? Não, não é, antes, pelo contrário, é falta de isenção, favorecimento de alguns à custa de todos os outros leitores, é uma forma de corrupção moral que  acaba por destruir e arruinar as instituições, como vimos na nossa terra. É uma vergonha que alguém tente comprar um jovem a dois anos das eleições com oferta de cargos, é um nojo que se ofereçam cargos de vereador para asfixiar outras candidaturas, é corromper funcionários prometer reconduções em lugares de chefia ou promoções.

Gente que quer ganhar assim as eleições fazem lembrar os métodos de outros tempos e envergonham e destroem a democracia, sendo eles os verdadeiros apoiantes da extrema-direita, a mesma de que dizem serem grandes adversários. Apoiar candidatos destes apenas conduzirá a uma situação de maior ruína do que aquela em que o Município já está.

A democracia assenta na igualdade entre cidadãos e na isenção dos que exercem cargos públicos, esta gente que se diz herdeira de Sá Carneiro e de Mário Soares não passam de afilhados de Salazar e de Caetano, promotores de uma democracia assente em caciquismo. Oferecer um cargo público a troco de um voto é a forma mais indigna de corrupção da democracia, quem assim se comporta deve ser banido de cargos públicos.

JOSÉ APOLINÁRIO E OS AJUSTES DE CONTAS




Parece que essa irrelevância política conhecido por José Apolinário, um dos políticos mais fracotes do universo português, uma produção típica das jotas, será o escolhido pela maioria dos presidentes das autarquias do PS do Algarve para a CCDR. É uma escolha que vai penalizar o Algarve, quando se esperava alguém competente e de grande visão intelectual, capaz de ter uma visão para o nosso distrito, eis que os autarcas do PS optam pelo controleirismo político, escolhendo alguém reconhecidamente incompetente, que nem sequer foi capaz de segurar a presidência da CM de Faro.

No que respeita a VRSA fica para a história as suas relações com os autarcas que arruinaram o nosso Município. Não terá sido por acaso a sua escolha por Passos Coelho para dirigir a Docapesca, a empresa que depois lançou o famoso empreendimento na Muralha, entreguei a uma empresa que mais tarde foi apanhada na teia dos Panamá Papers. Para a história fica uma marginal arruinada cujo projeto é da autoria do Luís Gomez, mas que teve esta personagem como padrinho.

O mais curioso será saber o que pensará disso o senhor Rui Setúbal, até porque há por aí uma estrumeira com ares de grande intelectualidade que parta apoiar a candidatura do senhor do emprego primário cá da terra, não se cansa de acusar outros de terem sido derrotados nas últimas autárquicas, aquelas em que o senhor do emprego precário terá boicotado, no que pareceu uma estratégia manhosa de uma fação do PS de apoiar o Luís Gomez e a São cabrita.

É bom recordar a este propósito o que o José Apolinário escreveu numa carta que mandou ao diretor do jornal Público:

“Estamos perante um ajuste de contas do dr. Rui Setúbal contra o dr. Luís Gomes, na sequência de disputa eleitoral. Neste vale tudo, a ministra do Mar e eu próprio somos invocados para credibilizar o ataque ao ex-presidente da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António.”

A verdade é que a oposição em VRSA tem sido tão incompetente como a São Cabrita ou mais ainda, já que basta ouvir as gravações das reuniões da AM e da CM para se perceber como a São lida com os vereadores e deputados municipais que seguem o guião do seu grande líder, como se estivesse a limpar o rabo a meninos, até mete dó.  No caso da AM o espetáculo chega mesmo a ser deprimente, com o líder da bancada do PS a elogiar uma deputada municipal do PS que sabe do que fala, para gozar com o suposto líder da oposição.

A verdade é que com esta oposição a São e os outros ganharam e ganhariam todas as eleições. Não admira que seja o Apolinário a acusar o Senhor Rui Setúbal de ajustes de contas de um derrotado. À incompetência a oposição só tem sabido impor mais incompetência, guerras para apoiar minhotos ambiciosos e jogos do mais sujo que se pode ver na vida política portuguesa.

CANDIDATOS QUE PENSAM COMO O LUÍS





Anda por aí um candidato que em vez de dizer o que pensa, opta por andar a oferecer empregos. Ainda só era candidato a  candidato e constou que já tinha motorista apalavrado e mal tinha sido precocemente entronizado como o candidato mais temporão dos partidos portugueses e os poucos que o apoiavam no seu partido já o tratavam por “Senhor Presidente”, tal era a certeza de uma vitória para a qual nem com likes tinham contribuído, até porque alguns desses corajosos militantes quase fazem xixi nas calças.

Foi esta a lógica que destruiu o Município do nosso concelho. Candidatos sem grandes competências que em vez de ganharem votos apresentando as suas ideias e propostas ou dando a cara enquanto oposição que nunca foram, prefere comprar almas, oferecendo o que sabem que não podem oferecer. Mesmo assim são humilhados, porque há gente que mesmo com a insinuação de cargos lhes dizem que não na cara, não aceitam este tráfico de votos, não trocam a sua dignidade para ajudares trastes a chegarem ao poder.

Em junho de 2014 António Costa declarou que "Não tenhamos dúvidas: se pensarmos como a direita pensa, acabamos a governar como a direita governou. A mudança necessária exige rutura com a atual maioria e a sua política". É uma pena que seis anos depois um candidato autárquico tão precocemente lançado faça exatamente com a atual maioria do Município e em vez de se revelar um bom aluno do líder do seu partido, acabe por andar em jantares de apoio a Luís Gomes para depois seguir-lhe os mesmos métodos.

Se queremos recuperar o Município da ruína que Luís Gomes e os seus apoiantes o levaram, temos de acabar com esta mania de comprar votos, de prostituir o eleitorado. Se isso é uma forma pouco digna de ganhar eleições, com um Município arruinado significa pouca vergonha, qualquer contabilista, mesmo sem uma licenciatura em contabilidade, sabe que o Município deste concelho não tem condições para encher mais uma SGU.

Sejamos honestos nenhum “Senhor Presidente” vai poder cumprir com promessas de emprego que tenham sido feitas, quem fizer este tipo de promessas está mentindo. Um bom candidato deve afirmar precisamente o contrário, se a autarquia tem motoristas não faz sentido oferecer lugares de motoristas. E quem diz motoristas diz muitas outras valências profissionais.

Oferecer empregos é uma forma corrupta de fazer campanhas, corrupta porque se está a comprometer o dinheiro do Estado com promessas a troco das quais se pretendem benefícios pessoais. Desonesta porque qualquer candidato sabe muito bem que não vai ter dinheiro para corresponder às expectativas que enganou.

É de esperar que um futuro autarca tenha saber e competência para promover a criação de emprego e quem pretende fazê-lo desta forma está dado provas de grande incompetência. À mentalidade política corrupta e à desonestidade junta-se a incompetência. É tempo de acabar com estas formas de caciquismo.

O TACHO QUE EU PERDI !



Se alguém pensa que não é possível afundar ainda mais as contas do Município ou que não há por aí quem seja capaz de igualar a São e o Luís nos seus métodos, desenganem-se. Há quem muito antes de assumir o estatuto oficial de candidato, muito antes disso e até antes de haver qualquer tipo de candidatura, já andava a oferecer empregos. Ainda o Rui Setúbal fazia de conta que não tinha um candidato e já se ouvia falar de ofertas de emprego autárquico.

Mas o momento mais hilariante e de nível moral mais baixo em matéria de cigarradas e tiaguices, ocorreu já depois de o mentor do candidato oficial partidário mais temporão do país, ter sido convidado a mudar-se para outro largo, talvez para o Largo da Bica, de onde nunca devia ter saído. Ainda tinha uma nódoa roxa num dos entrefolhos do seu rabo e a triste personagem já estava a sugerir a alguém, que o dito pontapé no seu rabo mais o seu candidato cherabaneco me teria custado um grande tacho. Ele nem sabe o que perdeu, dizia a um amigo.

Nem consigo imaginar o que tais personagens consideram ser um grande cargo, é de supor que seria o de assessor do candidato precipitado, personagem de fraco currículo e de rasgos intelectuais que não deu para apreciar, talvez por não serem muito visíveis.

Vejam lá o que ele perdeu por não nos apoiar! Quem ia adivinhar que um modesto chefe de repartição de emprego mais o seu padrinho político iam arranjar um cargo que seria a cereja em cima do bolo do meu currículo profissional, imagino que algo de tão importante, o equivalente a meio bilhete entre diretor-geral e adjunto de um secretário de Estado. Se não fosse estarmos no plano moral já dentro do cano do esgoto de uma sarjeta das nossas ruas emporcalhadas e até dava para rir à gargalhada. Vejam lá o que ele perdeu, dizia o grande líder da oposição unitária em torno do seu candidato….

Isto é, essa gente não tem mesmo vergonha na cara e ao fim de dois anos não parecem ter aprendido nada no plano da ética e dos princípios. Depois de acusarmos o oportunismo na gestão da coisa pública, depois de denunciarmos os Cigarrinhos, os Tiagos e muitos outros, iríamos aceitar um tacho em troca do apoio a alguém a quem não reconhecemos competência para o cargo e depois de nos terem desiludido no plano dos valores? Parece que nesta terra os responsáveis dos partidos acham que toda a gente se vende.

Esta gente andou numa escola onde palavras como princípios, valores, éticas e muitas outras não constam dos dicionários. E são tão parvos que ainda sugerem que alguém que nunca pretendeu outra coisa senão acabar com a incompetência, o oportunismo e o clientelismo, ia ser o primeiro a beneficiar da eleição de alguém a quem não reconhecemos qualquer competência ou representatividade, enganando os nossos conterrâneos a troco de um suposto tacho. Haja vergonha!

Enfim, é uma pena que o candidato Araújo não vá ser eleito, com tanto dinheiro para distribuir em tachos tão bem remunerados, seria a primeira vez que o chefe de repartição do emprego aqui da terra conseguiria criar empregos bem remunerados, já que aquilo que temos visto são apenas empregos precários e mal remunerados, muitas vezes para dar uma mão à Mão Amiga e á São.

Se por acaso ainda tiverem tachos por distribuir digam, talvez aqui no Largo haja algum bandeado disponível para apoiar o velho apoiante do Luís Gomes, porque no meio desta pornografia autárquica vale de tudo um pouco.

A JUSTIÇA SUMÁRIA DA ESSE




Já se percebeu que a ESSE tem por objetivo explorar os vila-realenses o mais possível e enquanto tiverem a São no poder, daqui a um ano o concelho livrar-se-á destes autarcas de má memória e o mais provável é que esta empresa que alguém foi buscar a Braga deixe de maltratar quem aqui vive.

Antes de mais, é bom recordar que a ESSE não é proprietária das ruas do concelho, não recebeu mandato ilimitado para tratar os vila-realenses como bem entende. Quando a ESSE abusa e maltrata os vila-realenses é a autarquia que o faz, a ESSE cobra uma taxa municipal em nome da autarquia. Isto é, quando a ESSE tem comportamentos abusivos tem-nos em nome da CM e com base nos poderes ilimitados.

A emissão de cartões mensais para quem trabalha em Monte Gordo está prevista no contrato, mas é óbvio que a ESSE tem todo o interesse em condenar todos os que usam estes cartões de forma a que estas pessoas sejam forçadas a pagar as taxas da ESSE.

Agora encontrou uma forma de anular cartões, condenando de forma sumária quem usa estes cartões por conta de infrações cometidas por terceiros. Há quem se cole ao caro da frente para sair dos parques sem pagar a taxa, é uma prática muito comum, quer com viaturas, quer com utentes do Metro.

E o que faz a ESSE, persegue o infrator?

Não, faz uma falaza acusação a quem pagou de que está combinado com o infrator. Não se sabe como é que a ESSE pode concluir isso a partir de um vídeo na saída do parque, mas de forma oportunista não só elimina o cartão como nem devolve o dinheiro dos dias que estão por utilizar.  Faz justiça sumária abusiva e oportunista, sabe muito bem que ninguém recorre a um tribunal por 20 euros.

Mesmo quando os utentes vítimas do comportamento oportunista da ESSE identificam viaturas que cometem estas infrações a ESSE insiste em condenar quem usa cartão. É óbvio, prefere acabar com os cartões que tornam os parques mais baratos, do que perseguir infratores que nunca lhes pagarão “multas”.

Por este andar é legítimo questionar se isto não será um truque da ESSE parta anular estes cartões. A quem não interessa investigar estas situações optam por eliminar um direito dois que trabalham em Monte Gordo? Quem mais ganha é obviamente a ESSE. Estamos fatos de vigarices, de gente que durante anos nada pagou e que parece terem ódio pelos vila-realenses.

Esperemos que a São, o Luís, o Carlos Barros e outros percam as próximas eleições e a ESSE seja corrida o mais depressa possível da nossa terra.

ACABOU O DESPORTO EM VRSA?




Começa a ser evidente que a autarquia aproveitou-se da pandemia de covid para que a nossa brilhante autarca consiga fazer brilharetes na poupança. Com a desculpa da pandemia encerrou todas as instalações desportivas, estádio, pavilhão e piscinas.

Das piscinas nada sabemos, o pavilhão foi transformado em armazém de camas e de material de feiras, umas emprestadas e o resto alugado, enquanto o Complexo desportivo está fechado e ao abandono. Curiosamente, têm-se realizado provas no Estádio, mas como parece que não querem que se saiba que andam a ganhar uns trocos encantos os da terra não podem praticar desporto, escondem essas provas dos olhos da população, não as tornando pública.

A desculpa do covid não passa de um argumento esfarrapado, numa terra onde a autarquia parece que só existe para assegurar emprego aos Cabritas, basta ir a Ayamonte, onde consta que se registaram casos de covid, para vermos que a população tem direitos que nós aqui há muito tempo deixámos de ter.

Enfim, é mais um capítulo em que a nossa autarca teria muito a ganhar se fosse fazer um estágio ao outro lado do rio, esta senhora que parece nada ter aprendido com quatro mandatos, teria muito a aprender com uma autarca com pouco mais de um ano de cargo.

O PROBLEMA DO LIXO




Perante a sujidade evidente em todos os cantos do concelho há os que ficam criticam a gestão do Município e os que acusam as pessoas de falta de civismo. Perlo meio ainda há quem sugira que aqueles que criticam o concelho não gostam da terra, como se gostar o concelho obrigue a ficar silêncio perante os que o arruínam. Quanto a este último grupo não há comentários pois não apontam qualquer solução e nem sequer gostam de identificar os problemas, a não ser que estejam em causa os seus próprios interesses.

É evidente que se ninguém sujar, se ninguém atirar lixo para o chão e se todos tivermos o cuidado de meter o lixo em sacos como deve ser, o concelho estaria mais limpo. Se visitarmos os países mais limpos do mundo percebemos que na base disso está o civismo, nalgumas das cidades mais limpas do mundo até é difícil encontrar caixotes do lixo, o que significa que o cidadão comum guarda o lixo no bolso até chegar a casa.

Mas se assim é isso significa que em concelhos como o de VRSA as pessoas, residentes ou visitantes são porcas?

A função mais elementar de uma autarquia é proteger a saúde dos seus residentes e isso passa pela higiene pública e combate a pragas. Acontece que em VRSA a CM parece ter feito um contrato com a ECOAMBIENTE que fica aquém das necessidades. Se a quantidade de resíduos sólidos contratada ficar abaixo daquilo que a população produz e a CM não paga mais do que o acordado é evidente que a empresa não recolhe as toneladas adicionais. Se a CM contrata com a ECOAMBIENTE que a cidade deve ser varrida apenas por quatro funcionários, é óbvio que a terra ficará por varrer. Se a autarquia não contrata a lavagem das ruas é evidente que as ruas ficam por lavar. É isto que tem a acontecido e é público que a CM para poder acorrer aos seus compromissos financeiras deixa muitas contas por pagar à ECOAMBIENTE.,

É evidente que se alguém chega a um contentor do lixo cheio e mal cheiroso ou volta para casa com o lixo ou vai amontoa-lo junto ao contentor. Se o levar para casa é provável que no dia seguinte tente livrar-se de dois sacos e uma semana depois é provável que tenha uma lixeira em causa. A verdade é que as cidades onde há mais civismo há também regulamentos com coimas pesadas e municípios exemplares no desempenho das suas obrigações.

A verdade é que no nosso concelho a CM não cumpre com a sua parte, mantendo a terra suja, com lixo por recolher, ervas pró arrancar e pragas por combater. Além disso, não faz cumprir nenhum dos seus regulamentos, apenas a ESSE cobra multas a torto e a direito, a autarquia acha que aplicar coimas a quem não cumpre é uma forma de conseguir votos. Na hora de fazer campanhas a única coisa que esta autarca faz são vídeos a falar bem dela própria.

SE NÃO SABEM COPIEM AYAMONTE




Todos sabemos como a incompetência grassa na gestão do nosso Município, onde também parece que andam todos zangados, dizem-nos as más línguas que os assessores já nem falam com quem manda, agora que depois de mais um ano de trabalho a presidente da CM está a banhos. Descanso merecido pois é sabido que a competência cansa mais do que a incompetência.

Mas quem não sabe copia e já que o nosso estimado vice-presidente é quem manda e sendo sabido que graças à Eurocidade o homem conhece bem os cantos de Ayamonte, seria uma boa ideia ir ali ao lado ver como se trabalha. Não lhe dizemos para ir estagiar com o Dr. Amaral já que com esta personagem também não aprenderia muito.

Poderia, por exemplo, perceber porque é que em VRSA se faz uma pequena desbaratização já a meio de agosto, enquanto em Ayamonte se vai na terceira fase da desbaratização. Ou poderá ver como se lavam as ruas e combatem a doença, enquanto por cá se dão ordens para abandalhar e em vez de se promover a limpeza transforma-se VRSA no concelho mais emporcalhado do Algarve.

Por fim, e enquanto deste lado as personagens do regime organizam festas noturnas que obrigam à intervenção policial, do outro lado os autarcas estão preocupadas com a pandemia. Enfim, a sugestão está feita, sugerimos ao vice-presidente que vá a Ayamonte e até pode levar o Tiago, pode ser que no caminho fiquem mais amigos, já que a um ano das eleições autárquicas espera-se que a equipa esteja unida….

NÃO TE ESQUEÇAS SÃO!





Nós sabemos como a nossa autarca fala sempre verdade e nunca se esquece dos compromissos (bem, do seu programa eleitoral esqueceu-se só de 10 em 11). Também sabemos como é uma senhora respeitadora de toda a gente, em especial dos que nos visitam e ainda mais se tiverem problemas de mobilidade.


É por isso que estamos certos de que a nossa estimada autarca ainda não está esquecida da resposta que deu a um cidadão portador de uma deficiência que o obriga a usar cadeira de rodas. Queixava-se esse visitante da nossa terra de que não havia lugares suficientes para deficientes na marginal de Monte Gordo, desafiando a autarca a fazer a experiência de ir para a praia numa cadeira de rodas.

“Desafio aceite!” respondeu prontamente a autarca.

O problema é isso foi dito a 13 de agosto de 2018 e já estamos em 21 de agosto de 2020. Entretanto a própria autarca disse numa reunião que cumpriria com o compromisso, mas seria ela que escolheria o dia. Bem, talvez já esteja a programar a sua campanha em 2021 e provavelmente escolheu um dia dessa campanha para cumprir a promessa. Até pode ser que o Luís Gomes lhe empreste o seu belo Jaguar prateado, já que o carro do mano é bem capaz de se afogar em medronho.

Mas como a autarca está de férias, o que será uma bênção pois a incompetência é tanta que a CM deverá funcionar melhor até com o seu vice-presidente, pode ser que aproveite a ocasião para cumprir com a sua palavra.

Aceita o desafio senhora presidente do que ainda resta da CM de VRSA?

UM PADRÃO DE MUITO BAIXO NÍVEL




De uma CM espera-se que antes de mais cuidem das suas funções mais básicas, afinal de contas, as que no passado deram lugar ao que se designou por serviços municipalizados. À frente destas funções está a higiene e salubridade públicas, a base da saúde pública.

Qual é o padrão da nossa autarca no capítulo da limpeza?

Digamos que o nível é tão baixo que envergonha, lixo, ratos, baratas, sujidade por todo o lado. Cobra fortunas em taxas de resíduos mas poupa na higiene pública, chegando-se ao ridículo de vermos uma cidade a ser varrida por quatro senhoras à beira da aposentação. As desbaratizações são escassas e tardias, a erva cresce por todo o lado. 

Privatizaram a limpeza, venderam equipamentos à ECOAMBIENTE, alugaram-lhes os espaços e agora pagam a limpeza em serviços mínimos. Uma vergonha e um padrão de higiene medieval.

Vejamos então outros domínios da intervenção da CM para estabelecermos o padrão da gestão da nossa autarca, por exemplo em matéria de verdade.

Há muitos que deixámos de nos dar ao trabalho de desmontar as sucessivas mentiras da São e até o Álvaro Leal, um vereador habitualmente tranquilo já perdeu a paciência e numa sessão de câmara enunciou três mentiras. Ainda bem que só referiu três, a este ritmo teria matéria para muitas sessões de câmara. Em VRSA não temos direito à verdade.

Qual o padrão de transparência, algo fundamental numa autarquia?

Numa das reuniões em que a autarca foi passear à conta da autarquia ali para Espanha, o seu vice-presidente não teve papuas na boca, defendia que era a favor de prestar todos os esclarecimentos à oposição, mas estava sozinho na defesa desse princípio. A verdade é que ninguém sabe o que se passa na autarquia, até se fica com a impressão de que anda por ai muita coisa que não convém ser do conhecimento público. EM matéria de Transparência a nossa autarca é uma verdadeira câmara escura.

Qual é o padrão em matéria de gestão?

Aqui a resposta é clara, a São é uma autarca incompetente e não faltam dossiers onde o provar. O mais evidente é o dos famosos quiosques de Monte Gordo, onde a autarca depois de prejudicar o turismo com obras desnecessárias e ilegais durante dois anos acabou por ter de demolir ou esconder tudo o que fez.

Qual é o padrão em matéria de legalidade?

Casos como o do edifício da sede da Alfândega e as obras na marginal de Monte Gordo mostram que em matéria de igualdade parece que a nossa autarca considera que está em vigor um modelo jurídico digno de uma República das bananas.


Enfim, VRSA está muito bem entregue, sim senhor. Deixamos aqui os parabéns aos quie ainda a apoiam e a alguns senhores da terra que levou esta gente ao colo para destruírem e  arruinarem o município.