REQUALIFICAÇÃO DA FRENTE RIBEIRINHA DE VRSA




Estes Gomes e Ciprianos devem ter um problema qualquer relacionado com as frente ribeirinhas pois se nada terem feito neste domínio não só andam por aí armados em especialistas, como não se cansam de prometer novas frentes ribeirinhas. Uma boa aprendiz do Luís Gomes, com quem só não aprendeu a contar o dinheiro do cofre da autarquia, a nossa incompetente autarca não se esqueceu de acrescentar a requalificação da frente ribeirinha de VRSA.

Faz parte da famosa lista de compromissos mentirosos com que a então candidata autárquica enganou os seus concidadãos, para depois se gabar nua reunião da Assembleia Municipal que tinha sabido ganhar as eleições.  Só que a autarca sabia muito bem que o único dos onze compromissos assumidos que iria cumprir, seria aquele que permitiria à ESSE levar mais dinheiro dos bolsos dos vila-realenses.

Talvez por não ter a mais pequena intenção de cumprir, a autarca nem se deu ao trabalho de dizer se ia começar a requalificação no sentido norte sul ou ao contrário. Provavelmente estava pensando no sul, contando com o famosos hotel da muralha, mas como todos sabemos o projeto foi retirado pela calada da noite, sabe-se lá porquê da forma tão manhosa de fazer esquecer um tão grande projeto.

A verdade é que a frente ribeirinha está cada vez mais degradada e de norte a sul está cada vez mais em ruínas. É o estado miserável da zona do estaleiro, a degradação em estado avançado da margem e a sul é sabido  o estado das rampas dos cais da Alfândega e o estado da muralha. A meio temos o símbolo da incompetência da Cipriano, os famosos repuxos.

DA BAZÓFIA DAS CINCO ESTRELAS AOS OVOS ESTRELADOS





Um dos discursos de bazófia preferidos pelos nossos ilustres e finos autarcas, com destaque para a Dra. Cripriano é o do turismo de luxo e do dinamismo empresarial. A outra bazófia preferia da autarca é a dos apoios sociais. Até parece que em VRSA há duas manitas amigas, uma manita amiga que leva alguns passeios ao colo com o dinheiro da autarquia, e uma outra manita que também com dinheiro da autarquia dá bifes duros a troco de votos no regime.

Talvez em reconhecimento pelo apego da família Cipriano ao turismo de luxo o então líder do regime Luís Gomes ajudou o seu deputado municipal a grande líder da Confraria do Atum, tirando dali o perigoso Lança e agora até o seu sucessor assegura que a confraria nasceu no dia em que ele foi eleito com meia dúzia de votos de comensais mais militantes.

É, portanto, surpreendente a reação virulenta, mais parecendo um grito de alguém em grande sofrimento ortopédico em consequência da conhecida “dor de corno”, a que alguns também designam por “dor de cotovelo”, só porque um restaurante do concelho foi distinguido com uma estrela Michelin, um símbolo de grande excelência reconhecido mundialmente, que poucos restaurantes portugueses podem exibir.

Então a nossa sagrada família, tão defensora do dinamismo económico, que gastaram milhões no papel de manita amiga do dinamismo empresarial e do turismo de luxo, cheios de caganas por causa do hotel de 30 camas com donos anónimos, refere-se a um restaurante que pode ser símbolo de excelência de todo o concelho de uma forma o mais rasca possível? Diz o ilustre deputado, o peso pesado político do regime.

Então grande líder da maior associação gastronómica do Baixo Guadiana e arredores refere-se a um restaurante com uma estrela Michelin desta forma ridícula: “isto das "star's du michelin" é tudo uma cagana pegada e na digo mai nada.”. Até parece que o pessoal do restaurante lhe fez alguma vontade.... Mas ainda mais ridículo do que o golpe baixo é a gastronomia caseira e bem servida que o ilustre deputado municipal e príncipe herdeiro do regime já que a mana não tem primogénito, contrapõe à gastronomia de um restaurante com uma estrela Michelin.

Quando se esperava um prato de cozinha mediterrânica e mesmo um dos bons pratos de atum servidos na nossa terra, o homem coloca a foto de um prato que mais parece comida para galinhas alemãs. Se não sabe cozinhar atum ou se não tinha foto disponível, podia muito bem ir ao Facebook do Dr. José Lança, o competente membro da direção que o antecedeu antecedeu na liderança da confraria, que a um ritmo quase diário nos enche a boca de água com os seus pratos típicos da terra. Dignos pelo menos de uma estrela Mabor, os pneus tugas!

Mas dizer que dois ovos estrelados com ar de terem sido atropelados por um camião da Ecoambiente, umas batatas fritas de pacote com óleo a escorrer e três fatias de presunto mais finas do que as folhas de ouro usadas para dourar os anjinhos de pila pequenina da nossa talha dourado do Barroco, dentro de um prato com um logótipo a lembrar um restaurante de auto-estrada só merece uma gargalhada. É este belo prato que um líder de uma associação gastronómica opõe à comida gourmet.

É caso para sugerir ao ilustre deputado que se deixe destas culinárias e vá comer na Mão Amiga...

NEM TUDO É DESPESA PÚBLICA




Alguns autarcas julgam-se no direito de gastarem os dinheiros da autarquia da forma que bem entendem, como se a sua legitimidade política legitimasse toda e qualquer despesa, principalmente os gestos de generosidade que a coberto de supostas boas intenções não passam de truques eleitoralistas. Recentemente a IGF levantou a questão em relação a prendas que eram dadas no Município de Almada.

Aquela autarquia decidiu passar a dar brindes, bons smartphones ou relógios, a funcionários que completavam 25 de anos de serviço. Um gesto bonito que era retribuído com simpatia e gratidão, a mesma simpatia e gratidão que marca a relação entre muitos funcionários autárquicos e os seus autarca em muitas terras do nosso país.

Seria bonito se a família dos Ciprianos, gente abastada da nossa terra, se lembrasse de oferecer um cabaz de Natal aos ou a alguns funcionários da autarquia, só lhes ficava bem. Mas o que não podem é montar grandes encenações, com direito a preocupações de vídeo onde todos os funcionários aparecem a organizar os cabazes de Natal, como se fosse uma mega operação de uma ONG. Note-se que a decisão de compra dos cabazes nem sequer foi a sessão de câmara.

Outro bom exemplo de uma despesa que dificilmente se aceita como sendo uma despesa pública foi o dinheiro gasto pela CM na produção de um filme, que recentemente chegou aos ecrãs. O filme “As horas de luz” foi filmado em VRSA para contar a história das operações às Cataratas e visava o culto da personalidade do autarca que agora canta calçando botinhas brancas.

O momento mais alto era o aparecimento de um conhecido construtor falido que de assessor da autarquia passou artista de cinema, aparecendo a entrevistar o agora cantor de festas e festarolas. É mais do que óbvio que o filme foi produzido para promover a imagem do ex-autarca, mas os tempos são outros e o cantor absteve-se de aparecer, a autarquia nem se deu ao trabalho de exibir o filme.

Porquê? Porque os responsáveis da autarquia sabem que o financiamento foi feito de forma duvidosa, muito provavelmente não existe qualquer contrato e os pagamentos era feitos aos bochechos e à boca do cofre para que ninguém soubesse do que se estava a passar. É mais do que óbvio que há um sério risco de vierem ser os responsáveis a pagar a despesa do seu bolso.

São dois exemplos de como alguns autarcas gerem os dinheiros dos contribuintes para promoverem a sua imagem e ignorando que estes recursos se destinam a fins públicos.

A LARGOFOBIA

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Nos primeiros tempos do Largo da Forca a reação deles foi tentar abafá-lo, o traste da Manta Rota ofendia-nos as mães, na calada da noite tentaram calar os nossos computadores, faziam ameças, mandavam mensagens  chantagistas. Já nos fizeram de tudo e até um palerma local que se julga uma espécie de DDT nos mandou mensagens denunciadoras. Sentiram o perigo e tentaram silenciar o LdF e infelizmente não foram só eles, outros reagiram da mesma forma quando perceberam que o LdF era independente e um conhecido comerciante de sapatilhas fez tudo para mobilizar as suas hostes porque, queixava-se a pobre criatura, o LdF já se estava a esticar”.

Só que venham as ameaças de onde vieram o LdF, podem ofender-nos as mães, podem acusar-nos de mandar cartas anónimas com ameaças de vinganças de namorados zangados, podem mandar as cartas anónimas para eles próprios para depois se fazerem de vítimas, porque continuaremos a defender VRSA e esta estará à frente de qualquer comerciante bem sucedido, qualquer radialista guloso ou qualquer partido. Nenhum dossier ficará esquecido e todos os que destruíram ou ajudaram a destruir a autarquia da nossa terra serão alvo de críticas.

Os que julgavam ter o rei na barriga andam agora assustados e sofrem de um novo problema do foro psiquiátrico, uma fobia local que apenas regista casos em VRSA, a largofobia.

Mas o lado mais positivo desta largofobia é que o povo de VRSA percebeu que quem tem razão para ter medo são eles e que vale a pena denunciar. Sempre que um problema é denunciado aqui rapidamente as vítimas são chamadas para verem o seu problema resolvido graças à imensa bondade de quem manda. Num dia anunciam aumentos de rendas, no outro recuam, decidem fazer aumentos às prestações. Mandam cartas ameaçadoras ou encomendam as ameaças à advogada do regime, mas quando isso é denunciado aqui dizem que foi engano da advogada.

A melhor forma de um cidadão desta terra resolver o seu problema passou a ser denunciá-lo aqui no LdF pois mais do que o FAM ou qualquer outra autoridade, é do LdF que eles têm medo. Esperemos que esta fobia não seja contagiosa pois do lado da oposição não falta quem tenha mais coragem para difamar o LdF do que para criticar os que estão ou estiveram no poder.


CARIDADE ELEITORALISTA


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Há muito que em VRSA os políticos locais em vez de combaterem a pobreza aproveitam-se dos pobres para conseguirem votos fáceis. Talvez devido a esta abordagem política oportunista a autarquia de VRSA nunca teve aquilo a que podemos designar por política social. Aquilo que muitas figuras políticas locais defendem é a caridade eleitoralista. Um bom exemplo da sínteses deste oportunismo é a Mão Amiga, uma organização que parece estar acima de tudo e representa a simbiose local entre vários partidos e os seus bandeados.

É incrível como ao longo de décadas nunca foi feito um combate sério da pobreza, promovendo a integração e qualificação das famílias que ao longo de década são mantidas na pobreza. E em vez de vermos os dirigentes partidários locais discutirem as políticas de combate à exclusão, assistimos a uma corrida à melhor imagem do amigo dos pobres. É uma visão absolutamente vergonhosa, que devia envergonhar os políticos locais, mas tudo parece absurdamente normal.

Esta alegria “cristã” está tão entranhada que não há peditório onde a autarca (e não só) não apareça. O ridículo é tanto que a nossa autarca parece não perceber que ao se desdobrar em tantas iniciativas junto dos pobres, recorrendo aos laços com as ONG passa a ideia de um município com graves problemas de pobreza. Mas em em privado a história é outra, é a autarquia a mandar cartas com aumentos de rendas e ameaça e, por outro lado, a advogada do regime armada em homem do fraque, enviando ofícios cheios de ameaças a gente pobre, que não sabe defender-se, nem pode pagar avenças de 20.000€ a advogados do regime que se dividem entre avenças e pequenos-almoços em Miami.

Mas o mais grave é que na penumbra deste sistema político local absolutamente miserável os menos afortunados desenrascam-se graças a iniciativas e voluntários que ao mesmo tempo que são marginalizados ou perseguidos pelo regime fazem chegar os alimentos ao que sem o seu apoio passariam fome, apesar das muitas fotos dos figurões da caridade eleitoralista.

Uma das prioridades da autarquia tem de ser a adoção de uma política social que ponha fim à pobreza em Vila Real de Santo António, promovendo a cidadania entre os mais excluídos, devendo os políticos absterem-se de serem oportunistas.

|UMA SENHORA COM PREOCUPAÇÕES SOCIAIS|

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Depois de anos a vender o peixinho da autarca com preocupações sociais eis que a nossa querida autarca escorregou numa casa de banana e meteu o pezinho todo dentro da argola. Apertada com falta de dinheiro e muito provavelmente tentando passar uma boa imagem junto do FAM, a São decidiu um brutal aumento das rendas sociais.

Desta vez não se gabou. Mandou cartas às vítimas com a nova renda e mais algumas ameaças veladas, sugerindo que dados falsos teriam consequências graves. Mas bastou um post n Largo da Forca para ficar assustada e recuar. Se para aumentar optou por cartinhas silenciosas, perante a indignação recorreu a um comunicado, onde dizia aos pobres que graças à sua imensa bondade iam ter um aumento brutal em prestações.

O curioso é que a mesma autarca que há uns meses atrás acusou a oposição de divulgar os documentos das sessões de câmara, acusando os vereadores de terem passado os mesmos ao LdF, desta vez esqueceu-se que no passado tinha defendido a estupidez da suposta confidencialidade dos documentos das sessões de câmara e não sói divulgou a proposta, como faltou ao respeito pelas instituições autárquicas. Aquilo que colocou no site muito antes da autarquia era apenas uma proposta do PSD que ia ser votada uns dias depois.

A mesma autarca que mandou as cartas ameaçadoras ficou cheia de medo e dizem-nos que agora vai chamar os moradores um a um para lhes comunicarem a decisão e colaborarem na atualização da informação. Isto é, recuou em toda a linha e tenta agora transformar a incompetência em votos, dando uma imagem absolutamente miserável do funcionamento de uma autarquia.

Esperemos agora que solicite à sua advogada Ângela Lança que lhe diga a quem é que foram mandadas cartas brutais em nome da autarquia, como a que enviou à cantora Romana de Oliveira, alguém que atravessa grandes dificuldades económicas. Fica aqui a carta enviada pela advogada Lança, uma senhora que abichou 20.000€ da autarquia para mandar cartinhas destas para que não seja a São a dar a cara:

“Exmo. Senhor,
Solicita-me o meu Cliente Município de Vila Real de Santo António, na qualidade de Senhorio, da Fração autónoma "Lote 16", correspondente do prédio urbano sito no Bairro da CP, em Vila
Real de Santo António, que diligencie a liquidação da dívida que V. Exa. actualmente tem para com o mencionado Município, correspondente às rendas em atraso.
Nos termos do n.o 1 do artigo 1041.o do Código Civil, venho, pela presente, comunicar que V. Exa. se encontra em mora, dado não ter sido eÍectuado pagamento atempado da renda
correspondente aos meses de Janeiro de 2014, Novembro de 2017 e Abril de 2018, pelo que as mesmas sofrerão um agravamento, a título de indemnização, no valor de 50olo. Encontram-se
ainda em mora, no que concerne ao plano implementado, os meses de Junho e Julho de 2019.
Relembro que nos termos da lei em vigor, V. Exa. poderia ter feito cessar a mora, sem qualquer agravamento, caso as rendas tivessem sido pagas no decurso dos I (oito) dias seguintes àqueles em que as mesmas venceram. Assim, as rendas vencidas em 31 de Julho de 2019, assumem o valor de € 893,36 (oitocentos e noventa e três euros e trinta e seis cêntimos), o qual corresponde a rendas e agravamento.
Mais se informa V. Exa. que, o não pagamento das rendas é fundamento para Resolução do contrato e de acordo com as instruções da minha Cliente, caso o valor em dívida não seja pago,
irei desencadear as necessárias diligências para intentar a competente acção judicial para desocupação do imóvel e recuperação dos valores mencionados, a que acrescerão os inerentes encargos judiciais e de procuradoria, caso V. Exa. não proceda à liquidação do valor acima referido. Caso tenha, entretanto, efectuado pagamento do valor em dívida, solicita-se quê considere sem efeito o teor desta carta.
Sem outro assunto, subscrevo-me com os meus cumprimentos,
Ângela Martins
Advogada”

QUE BOAZINHA QUE ELA É




Perante a indignação de muita gente e sabendo de propostas da oposição a São apressou-se a emendar a sua decisão de aumentar as rendas sociais de forma brutal, tentando agora vender a mentira das preocupações sociais. A necessidade de controlar a situação é tanta que a São Cabrita mandou anunciar a medida ainda antes de ser aprovada em sessão de câmara. No passado, quando o LdF tomou posição sobre um ponto da ordem de trabalhos de uma reunião que se i realizar, a autarca queixou-se da oposição, como se as ordens de trabalho fossem confidenciais. Agora, como está em dificuldades, antecipa as decisões, desrespeitando os órgãos autárquicos e os vereadores eleitos pela oposição.

Mas vejamos o que conta da notícia que a São mandou divulgar no site da autarquia, usando os meios da CM para enganar as pessoas e fazer a sua própria propaganda:

"A medida visa promover uma maior equidade e justiça nos pagamentos efetuados pelos agregados familiares e dá cumprimento ao regime legal do arrendamento apoiado para habitação, o qual se encontra em vigor desde 2015, mas ainda não tinha sido aplicado."

Se a medida visa a equidade e a justiça porque motivo esperou 4 anos desde a adoção da nova legislação? Se daí resultava tanta justiça e equidade porque motivo veio agora à pressa corrigir a decisão de setembro, propondo o pagamento faseado?

“De forma a não prejudicar as famílias, a Câmara Municipal de VRSA irá aplicar estas atualizações de forma faseada”

Se a intenção era não prejudicar as famílias porque motivo só se  lembraram disso muitos dias depois de mandarem as cartas com os aumentos? Então a senhora que tem a pasta social há mais de uma década desconhecia as consequências de aumentos que chegavam aos 300%?

No fim da notícia diz-se a verdade:

“Esta medida entrará em vigor a 1 de janeiro de 2020, uma vez que o Município, nos últimos anos, apenas aplicou a atualização anual prevista no n.º 2 do artigo 1077.º do Código Civil, a qual se encontra associada ao índice de inflação, não tendo promovido a atualização de renda com base na composição ou nos rendimentos do agregado familiar.”


Isto é, a autarquia tem de aumentar de uma única vez o que não aumentou ao longo de muitos anos e fá-lo agora porque a gestão incompetente da autarquia levou que seja a própria autarca a sentir a “corda no pescoço”. Estas são as verdadeiras preocupações sociais dos nossos autarcas, usam os meios da autarquia para ganharem eleições, sem quaisquer preocupações sociais e quando estão atrapalhados fazem destas.

Os vila-realenses estão a conhecer as consequências de 14 anos de Luís, Cabrita, Romão, Barros e outros. Paga-se de uma vez o que fizeram de conta que davam por serem bonzinhos. Aos poucos tudo acaba e o que se dá cobra-se à bruta.

Só uma pergunta final: porque não anunciaram logo esta medida na carta onde era anunciado o aumento? Estão a gozar com os vila-realenses?

DESNORTE




Pouco tempo depois de chegar à presidência da autarquia a presidente da CM provocou a oposição numa reunião da Assembleia Municipal, atirando que tinha sabido ganhar as eleições. O problema é que foi fácil ganhar uma autarquia onde se esbanjou dinheiro, usando-o para asfixiar a democracia, não admirando que num pequeno concelho a ainda candidata do “agora é São” tenha tido como festa de anos um jantar comício  num campo de futebol de fazer inveja a Kim jong-un.

O problema é que passados dois anos ainda ninguém percebeu o que é que a pobre senhora está fazendo na presidência da autarquia e pelo que ela vai dizendo seria mais simples que o FAM promovesse alguém, até mesmo o contabilista de Borba, a presidente de uma comissão administrativa. Estamos certos de que faria melhor pois os poucos recursos ainda existentes parecem servir para integrar teólogos e outros espécimes raras na autarquia.

Desde que chegaram à presidência a autarquia que os Ciprianos nada fizeram de bem feito, temos assistido a sucessivas medidas que visam apenas corresponder às exigências de um FAM que teme um desastre. O Luís e a São brincaram aos excêntricos em 2017 e um FAM assustado com as denúncias das facilidades que deram faz cada vez mais pressão sobre os responsáveis de um município que ajudaram a arruinar, fazendo vista grossa aos abusos em tempo de eleições.

O caso das rendas dos bairros sociais é um bom exemplo da incompetência da São, mesmo sabendo que tinham acabado os tempos de irresponsabilidade, a São preferiu adiar o mais possível o aumento das rendas. Confrontada com o desastre aumentou de uma vez o que poderia ter aumentado em muitos anos. Decidiu em Setembro aumentos brutais e já depois de mandar as cartas assustou-se e com medo do Largo da Forca decidiu fasear o aumento.

É um bom exemplo do desnorte total por parte de quem não sabe o que faz e que ao fim de dois anos ainda não fez nada de jeito. O problema é que o concelho vai ter de esperar mais dois disto.

|AINDA BEM QUE ELES SOFREM DE "LARGOFOBIA|"


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Há muito que os vila-realenses perceberam que eles temem as críticas do largo da Forca e ou estamos muito enganados ou têm gente a  acompanhar permanentemente aquilo que aqui se diz. Temos conhecimento de pressões e ameaças a quem coloca likes e comentários, mas o lado mais positivo é a forma como se apressam a corrigir as situações aqui denunciadas. Diríamos que a São sofre de Largofobia e desde que esta página surgiu que vive condicionada pelo que aqui lê, sinal de que recebeu ao que viemos e do receio do que aqui se escreve.

Não admira que muitos vila-realenses se dirijam por mensagens apelando à denuncia de situações que merecem correção. Não se tratou de uma sugestão do LdF, foram os nossos vizinhos que se aperceberam e começaram a dirigir-nos pedidos, sabendo que a autarquia rapidamente corrigia as situações denunciadas.

Depois de falhados os ataques informáticos, esgotada a tentativa de processamento judicial por falta de crime e as alarvices e ofensas a torto e a direito por parte do lanzudo e do seu fiel escudeiro, a estratégia passou a ser esvaziar as críticas solucionando as situações denunciadas e a tentativa de passar a ideia de que na ausência de comentários e de likes o povo ignorava o LdF, ainda que todos os dias apareçam novos seguidores, sem que nada seja feito para isso.

A cereja em cima do bolo desta estratégia de desespero é o que sucede com o aumento das rendas sociais. Muito provavelmente porque precisa de ajeitar as contas para conseguir uma positiva à tangente no relatório do FAM, a São decidiu no passado dia 27 de setembro aumentar de forma brutal todas as rendas sociais. De um dia para o outro muitos foram confrontados com aumentos na ordem dos 100%, 200% e até 200%. Ninguém se escapou, pouco imputando se quem ficava sem recursos eram deficientes, doentes oncológicos ou desempregados. De um dia para o outro caia a máscara das preocupações sociais dos Ciprianos.

A situação foi aqui denunciada a pedido de vários moradores e tanto quanto sabemos foi o suficiente para que a São tenha recuado, diz-nos voz amiga que vai propor um aumento faseado das rendas e o aumento que se aplicava em janeiro vai ser faseado. O quanto acontece mas os residentes vão poder adaptar-se, procurando alternativas, já que como sabido a única preocupação social  da São é a sua própria pele ou os problemas familiares.

Valeu a pena denunciar, ainda em que VRSA há um Largo da Forca.


QUE FUTURO?


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Político que se preze diz sempre que as futuras gerações são a sua preocupação blá, blá blá... Depois é o que sabemos, as campanhas eleitorais são dirigidas para os grupos mais fáceis de influenciar e cujos votos são os mais fáceis de comprar, nem que para isso se recorra a uma manita amiga e manhosa qb. Já alguém viu um político fazer campanha eleitoral numa escola primária ou mesmo numa escola secundária? É óbvio que os votos não estão aí e os nossos políticos preferem os lares de idosos e os bairros pobres.

A nossa São também não se esqueceu da ladainha das futuras gerações e dedicou-lhes um dos seus vídeos durante a última campanha eleitoral. Chegou mesmo a declarar que “acredito nos jovens e é com eles que eu tenho de contar para as gerações futuras”. Bem, não sabemos o que se pretende dizer quando se declara que é com eles “que eu tenho de contar para as gerações futuras”, até parece que o mandato de autarca é vitalício. Como é lógico é com os jovens que temos de contar para as gerações futuras, com quem haveria de ser?

Curiosamente as únicas promessas feitas no programa eleitoral da “agora é São” foram as famosas residências de estudantes e a cada da juventude. Quanto às residências a agora é Sã dizia que abririam este ano, pelo que imaginamos que chama Hotel Estrela da São, já que devem ser residências a céu aberto, a lembrar o projeto turístico a céu aberto e o centro comercial a céu aberto. Enfim, as obras da São, do Luís e do Romão são sempre a céu aberto.

Mas qual o legado da São, do Luís e do Romão para os jovens e para as gerações futuras? A resposta é simples, desta gestão os jovens ficaram literalmente com um corno e com a ponta do outro. Os que nascerem este ano já terão filhos quando deixarmos de ouvir falar de FAM e da filoxera financeira que este trio incompetente nos deixou.

Mas não deixam apenas um concelho falido por muitos anos, deixam um concelho sem perspetivas económicas, que perdeu competitividade face aos concelhos vizinhos deste ou do outro lado do rio, um modelo turístico empobrecido por lixo, falta de higiene e taxas oportunistas de todo o tipo, um ambiente desprezado e degradado.

Os únicos jovens que um dia ganharão alguma coisa em VRSA serão os netos dos donos da empresa das águas da ESSE e dos donos anónimos do Hotel Guadiana. Porque os jovens de VRSA ou abandonarão a nossa terra ou serão forçados a reproduzir o modelo de pobreza que esta gente nos impõe e do qual não sairemos que os leitores continuarem a votar neles e nas suas mentiras e fantasias.