O QUE É FEITO DO CLAS?



CLAS é a sigla de Centro Local de Assistência Social, um dos muitos projetos sociais com que os vila-realenses foram brindados ao longo destes anos maravilhosos desde que Deus ajudou almas bondosas como a do agora cantora da botinhas brancas e a agora é São a governarem a nossa terra da forma que está à vista. Aliás, a nossa bondosa São não se cansa de eleger a sua grande obra no apoio social, fruto da sua grande bondade e generosidade, algo que a sua amiga manita confrade não se cansa de lembrar aos pobres que têm a sorte de ir ao gabinete.

Como é costume por estas bandas, sempre que a autarquia faz obra logo surge a boa nova no site da CM e ainda lá está a informação sobre a fundação do CLAS:

“A Rede Social em Vila Real de Santo António  surgiu no Concelho de Vila Real de Santo António a 21 de Dezembro de 1999 na sequência da Resolução do Conselho de Ministros nº 197/97, de 18 de Novembro, mediante a qual pretendeu-se desenvolver a fase experimental desta medida de Política Social, integrando inicialmente 41 Concelhos Piloto de entre os quais se destaca o nosso concelho.

Em 26 de Maio de 2000 deu-se a constituição do CLAS de V.R.S.A. o qual conta atualmente com 32 entidades parceiras.” [CM]

Onde é que fica esse famoso CLAS?

A resposta é simples, em lado nenhum. O edifício recuperado existe mas não está lá CLAS nenhum, isto é, a autarquia embolsou mais de 75.000€ por conta das suas grandes preocupações sociais, mas quanto a CLAS nada. Não há CLAS, mas o dinheiro foi gasto e o edifício foi recuperado.

Está lá a sede do PCP (centro de trabalho na terminologia do partido), isto é, por conta do CLAS a autarquia libertou o edifício onde estava a sede do PCP para o entregar ao grupo Pestana e em compensação este partido recebeu uma sede novinha em folha, com uma renda simbólica, logo ali em frente do Jornal do Algarve, pelo que para os que se dividem entre as duas sede é só ir para a porta em frente.

O problema é que isto é uma irregularidade graves, se é que não é mesmo um crime de fraude na obtenção de subsídios e a autarquia vai ter de reembolsar mais de € 75.000 ao Estado. É uma vergonha, com esta gente cada cavadela é uma minhoca.

PS: Ficamos a aguardar uma posição do vereador Álvaro leal na próxima reunião da Câmara, protestando pelo desprezo em relação aos mais carenciados e pelo desvio de fundos para fins que não eram os previstos. Será que o deputado José Cruz vai colocar no seu Facebook um comunicado feito no passado contestando a utilização para outro fim do edifício do CLAS?

O QUILÓMETRO 21


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A forma como o Mendes tenta arranjar um terceiro trombone para a sua banda de apoio ao Luís Gomes começa a ser ridícula, começa por dizer que “anda aí um terceiro candidato”, desafiando-o a falar com ele no caso de ter direito a entrar na banda. Depois anda a mandar recados, acabando por dizer que o vai convidar. Para que se forme uma espécie de trio harmonia com ele ao comando.

É uma forma estranha de uma rádio se referir a um possível candidato da oposição, uma forma-a a estranha e grosseira que revela uma grande falta de educação. A mesma falta de educação com que anuncia que vai desafiar a presidente da autarquia a ir à rádio fazer o balanço de dois anos de mandato. Ele define as regras, escolhia forma de convidar e usa o nome das pessoas de forma abusiva. É assim o senhor que abichou mais de um milhão de euros dos vila-realenses em adjudicações diretas generosamente atribuídas pelo agora cantor das botinhas brancas.

Não sabemos se a autarca vai aceitar o repto e se apresenta na hora combinada, à porta da rádio para se sujeitar às perguntas combinadas entre o Mendes, o Leal, o Pires e, muito provavelmente, o Luís Gomes. Por aquilo que temos visto é bem provável que o faça, o que será um motivo de interesse já que sem perguntas combinada com o Tiago podemos vir a ter alguma surpresas, ainda que os dois trombones contratados tenham uma música muito macia, maios própria de violinos.

De qualquer das formas o trombone Pires já fez um balanço antecipado da mais incompetente gestão autárquica de VRSA desde que há memória, tão incompetente que até as cadeiras da Assembleia Municipal se quebram sob o grande peso dos argumentos desta liderança. Diz o empresário do passadiço que um mandato é uma maratona, ainda que não tenha explicado porque motivo nada foi feito nos primeiros 21 quilómetros dessa maratona.

Como o Leal reparou (será que anda a ler as perigosas páginas anónimas das redes sociais para melhorar o argumentário?) dos 11 compromissos que assumiu perante o eleitorado apenas cumpriu um e esse foi para tramar ainda mais os seus concidadãos e dar mais lucros à ESSE. Ficamos a aguardar para ver se a autarca aceita o repto e vai explicar porque nada fez até ao quilómetro 21.

A DUPLA FATURAÇÃO DA ÁGUA




Pela forma como o comerciante do passadiço falou da empresa que explora a distribuição da água, no programa da rádio do Mendes, não percebemos se estava a falar em nome da empresa das águas ou em nome da autarquia. Mas não deixa de ser interessante ver como defendeu os interesses da empresa das águas no caso das duas faturas pagas no mesmo mês.

Mas temos sérias dúvidas de que a desculpa encontrada pelo comerciante do passadiço para duas faturas de água no mesmo mês. A culpa foi de um acerto de faturas e de atrasos dos correios. Agora está tudo normalizado e como há uma nova a empresa a distribuir o correio está tudo resolvido.

Não sabemos como é que o Pedro Pires anda tão bem informado sobre a empresa das águas, mas sabemos que há qualquer coisa que não foi bem explicada. O Pedro Pires falou verdade aos seus concidadãos ou a dupla fatura teve que ver com uma cobrança feita pela SGU que já devia ter sido feita pela empresa? Seia interessante que esta questão fosse devidamente esclarecida pela própria empresa e pela SGU.

No meio do debate da água o comerciante do passadiço questionou o putativo candidato do PCP por residir em Castro Marim, este culpou os presidente das autarquia António Murta e Luís Gomes por casa da escolha, foram eles os culpados por as casas serem mais caras, a água ser cara e o IMI ser alto. Convenhamos que o Álvaro Leal neste ponto meteu os pés pelas mãos.

A verdade é que em Castro Marim as casas sempre foram mais baratas do que em VRSA e fenómenos como o aumento do IMI ou o aumento do preço das águas.

PS: Esclarece-se o senhor comerciante do Passadiço que não se diz "o IGF", Não sabemos se reparou mas a sigla significa Inspeção-Geral de Finanças. 

SUGESTÃO AO MENDES




Convenhamos que o programa Bocas no Trombone, da rádio do Luís Gomes, está muito fraco, aquilo com o Pires com o Leal não vai longe, ainda não se percebeu muito bem quem é oposição a quem. O Leal tem o estilo do PCP e o Pires é uma fraca personagem, ainda que se perceba que está ali para ir aquecendo o lugar para o cantor das botinhas brancas, é óbvio que o homem não favorece nada nem o programa nem quem o representa.

Como é sabido o Luís Gomes não poder deixar de usar as suas botinhas brancas em palco enquanto o processo que corre no Tribunal de Contas não chegar ao seu termo. E mesmo com os 30.000€ pagos a advogados por uma Cipriano muito generosa não é certo que o ex-autarca não venha a pagar caro os abusos na gestão financeira da autarquia. Como a pena possível é perda de mandato, isso quer dizer que por mais recados que o cantor mande, anunciando aos seus devotos que está de volta a verdade é que ainda não sabe se pode vir a ser candidato.

Ainda por cima a presença de Cristóvão Norte na primeira fila da bancada parlamentar, sentado ao lado de Rui Rio durante o debate do programa de governo, deve ter feito sentir um frio na espinha, quer ao cantor, quer aos Ciprianos. O cantor pod estar condenado a andar de botinhas brancas pró esses palcos fora e a sua sucessora tem deixado passar uma imagem de incompetência que a poderá impedir de vir a ser candidata pelo PSD.

É neste contexto que surge um dos maiores especialistas locais na arte do bandeamento e pelo que se tem visto nas reuniões de câmara, ao fim de dois anos de silêncio o vice-presidente até já fala durante as reuniões. Terá a Cipriano percebido que teria mais hipóteses de se escapar da escola dando o lugar de candidato a presidente ao homem dos aventais? Seria um golpe inteligente, queimada tem mais hipóteses de sobreviver na penumbra de uma candidatura a vice-presidente. Mantinha o cargo e se viesse a ter complicações jurídicas teria mais dinheiro para pagar a advogados.

É por tudo isto que a melhor forma de reanimar as Bocas no trombone seria convidando o Luís Romão a participar nele, assim teríamos de um lado o representante do cantor e do outro o seu verdadeiro opositor. O Leal poderia fase de fiel da balança, um papel que o PCP chegou a desempenhar no primeiro mandato do Luís Gomes.

UMA TERRA CHEIA DE MISTÉRIOS




Vila Real de Santo António é uma terra cheia de mistérios, a sua autarquia é das menos transparentes, tudo se decide atrás de paredes, nas costas dos cidadãos e nem vale a pena pedir informação nas reuniões da autarquia porque apenas é dada informação inútil. Não se sabe nada, não se sabe qual a dívida da autarquia, não se percebe porque o Dr. Orlandino ainda não foi readmitido apesar das decisões judiciais.

Mas os mistérios não se limitam aos assuntos autárquicos, surge um hotel, os seus supostos donos compram o edifício, metem dinheiro na empresa, mas ninguém sabe quem são esses donos. Porque será que se escondem, porque não podemos saber quem foram os únicos concorrentes ao projeto e que agora levam de mão beijada o património do concelho a preços que ninguém sabe como foram combinados?

Outra empresa misteriosa é a proprietária dos famosos apoios de praia da Praia dos Três Pauzinhos. Em tempos o venerável Luís Romão apresentou o bar no meio das dunas como o seu bar de sonho, até parecia que era o dono do bar. Mas não era, mais tarde apareceu um causídico local a reivindicar a propriedade4 da empresa, mas a verdade é que ou estava a mentir ou há um problema com os registos, porque nos documentos oficiais os donos eram outros.

Agora apareceram uns tubos a atravessar o pinhal, supostamente para fornecer água ao bar das dunas. O CM informa que foi a DG das Floresta a autorizar uma obra que nunca esteve identificada, só os donos e provavelmente a São sabem de quem é o projeto, os vila-realenses não parece estarem autorizados a saber o que se está fazendo ali.

Porque será quem em VRSA tudo tem de ser feito em segredo, o que escondem, o que não se pode ou não convém saber? VRSA é uma terra cheia de mistérios, de negócios ocultos e de mentiras. Porque será?

EMPRESAS DO REGIME




Foi recordando o Regulamento Municipal de resíduos e limpeza urbana do concelho que a Delegada de Saúde respondeu a várias reclamações que lhe foram endereçadas por causa da sujidade do campo de jogos da urbanização da da Catalunha, em Monte Gordo, que foi transformando em WC canino:

"De acordo com as alíneas n.º 1 do artigo 47 e 48 do Regulamento Municipal de resíduos e limpeza urbana do Concelho de Vila Real de Santo António, n.º 894%2015, é proibido e constitui contra ordenações puníveis com coimas os actos de sujar a via pública e espaços públicos.”

O que a Delegada de Saúde desconhece é que em VRSA só a ESSE e a empresa das águas passam multas, naquilo que se refere ao município os nossos autarcas transformaram tudo numa bandalheira, na esperança de que ao não passarem multas conquistamos votos nos infratores. Isto é criaram junto dos bandalhos a ideia de “tenho de votar  na São pois ela não me multa por sujar a rua, por atirar sacos de lixo para qualquer canto ou por levar o cão a fazer o serviço na rua, deixando os dejetos onde calha”. É assim a democracia, ganham-se eleições com os votos dos que menos contribuem ou mais prevaricam...

O que também a Delegada de Saúde não sabe é que a manutenção desse espaço está supostamente a cargo de uma daquelas empresas que parecem ser empresas do regime. Até consta que um conhecido político local se apresentou na autarquia declarando-se diretor da empresa. Os donos do Hotel Prime, em Monte Gordo, para além de construírem à margem das regras do PDM e de fazerem seu parte do espaço público, ainda beneficiam de umas borlas no estacionamento, borlas que como é sabido são deduzidas do que a ESSE teria de pagar à autarquia, isso se pagasse alguma coisa.

Para ter as borlas a empresa comprometeu-se a manter o campo de jogos. Algo que não faz nem nunca fez e mesmo assim e graças à generosidade da São continua a ter as borlas preciosas. Aliás, a São em vez de suspender as borlas acha que a solução é passar a responsabilidade para a Junta de Freguesia. Entretanto a empresa continua a beneficiar das borlas? Parece que sim.

Aliás, esta é a empresa que não construiu o Hotel junto ao parque desportivo de VRSA e foram precisos vários anos para que a autarquia se lembrasse de rescindir o contrato. Será que já acionou a caução por incumprimento do contrato, defendendo os interesses financeiros da autarquia, ou estará à espera que chegue ao fim o prazo de validade desta, para depois nos dizerem que não puderam fazer nada e ficaram de mãos a abanar.

O PREÇO



Hoje todos os vila-realenses sabem qual o preço que o concelho e, em especial, os que os escolheram para nele viverem ou investirem, estão pagando em consequência da incompetência, dos desvarios financeiros, dos abusos, das ilegalidades e de todas as maldades que o Luís Gomes, a São Cipriano Cabrita, o Luís Romão, o Carlos Barros e outros fizeram e continuam a fazer na liderança dos órgãos autárquicos.

Depois de toda a bazófia produzida por vagas de comunicação, seja através dos órgãos da autarquia, seja recorrendo à rádio do Mendes ou ao jornal do confrade, a imagem que a terra dá é a decadência e de destruição, mal disfarçada por meia dúzia de restaurantes novos ou por um hotel promovido de forma duvidosa.

No desporto vemos um parque desportivo que foi parcialmente amputado para dar as melhores instalações aos amigos Bacalhau com sinais de abandono e decadência, onde um diziam que ia nascer um hotel mas onde nasceu apenas uma loja do Continente, um negócio misterioso (mais um), envolvendo mais uma empresa de Braga. A piscina parece ter estado á beira do encerramento e as associações desportivas da terra dão sinais de decadência e de ruína.

Apesar de todo o espetáculo dado na EN125, uma manobra de oportunismo político, as estradas municipais do concelho estão num estado ruinoso. Por todo o lado o concelho dá uma imagem de terra sem higiene e limpeza, algo inaceitável num concelho turístico, tudo porque deram a recolha de lixo a uma empresa privada e agora não têm dinheiro para lhe pagar. Na famosa marginal que ia parecer-se a Dubai apenas se vê ruína e um bairro de lata em pleno século XXI, um motivo de vergonha para todos.

O investimento da autarquia foi reduzido a um zero absoluto, não tem dinheiro para investir, não tem capacidade de recorrer a crédito, não se pode candidatar a fundos nacionais no âmbito de processos de descentralização porque não tem um tostão para comparticipar. O então deputado Carlos Barros e ainda e para mal dos nossos pecados presidente da Assembleia Municipal, dedicou vários artigos queixando-se de que o Algarve estava marginalizado por não poder recorrer a alguns fundos europeus, este senhor, que devia ter alguma vergonha, esqueceu-se de escrever que graças a ele e aos seus amigos a nossa terra (que como é sabido não é a dele) está impedida de recorrer a qualquer fundo comunitário. Pior ainda, há indícios de terem sido cometidas irregularidades no acesso a alguns fundos comunitários.

O preço que estamos a pagar para que a astróloga tivesse um bar, para que o Castelo branco viesse exibir a sua beleza e dote, para que o Barros apresentasse livros e comprasse estátuas, para que uma seita de avençados pudesse viver à nossa conta é muito elevado. Foi fixado em ruína, escolas esquecidas, taxas cada vez mais elevadas, lixo por todo o lado, miséria social e bairro da lata, marginalização no acesso a fundos nacionais e europeus. É isto que tivemos por causa do antes da São e do agora é São.

A FALTA DE AUTORIDADE


A imagem pode conter: ar livre

Quando um contentor de lixo está vazio e um restaurante de fast food em vez de lá meter os sacos de lixo, opta por os colocar no chão, em plena via públicos não estamos apenas perante falta de civismo ou de educação. É também falta de medo, falta de medo de ser penalizado por uma autarquia que há muito deixou de exercer autoridade a troco de votos.

Fecha-se os olhos aos abusos das esplanadas para se ter a simpatia dos donos dos cafés, fecha-se os olhos às lixeiras públicas montadas pelos comerciantes por medo de perder votos. Os autarcas passaram uma mensagem clara, votem em nós porque em troca fechamos os olhos a tudo.

Aos poucos a autoridade do Estado é destruída por gente irresponsável que para conseguir votos não se importa que em VRSA tudo se possa fazer, promovendo uma situação que se começa a aproximar da calamidade pública. Numa terra bem gerida seriam os que recolhem o lixo a chamar as autoridades para multarem a empresa que é facilmente identificável pelo conteúdo dos sacos do lixo que se podem ver nas imagens.

Mas comerciantes significam votos e apoios financeiros, pelo que nada se faz. O venerável mestre Luís Romão é vice-presidente e entre outros, tem a seu cargo os pelouros do ambiente, da gestão do espaço público, do turismo e das atividades económicas, todos eles relacionados com a situação triste documentada na imagem.

Ontem alguém colocou a circular no Facebook um vídeo onde se conclui que “São+Romão = lixo no chão”. Pela imagem, mais uma igual a milhares de outras que estão destruindo a credibilidade de VRSA enquanto destino turístico, é uma conclusão óbvia. Desde que esta gente chegou ao poleiro que a nossa terra se transformou num símbolo de falta de higiene pública.

Quando a imagem foi colocada online o vereador estava mais do que a tempo de multar os empresários aporcalhados que fizeram isto. Sabemos que vigiam a nossa página ao segundo e por isso o vereador foi muito provavelmente informado quase em cima da hora, provavelmente ainda terão pressionado pessoas a retirarem likes, algo que fazem com frequência. O vereador fez alguma coisa para corrigir a situação? É pouco provável, se calhar ainda alguém telefonou à empresa a lamentar a denúncia pública, falando mal dos anónimos e assegurando que tudo o que escrevem é mentira.

Temos de chamar a São e o Romão à responsabilidades e enviar-lhes uma mensagem clara, não estão à altura de presidirem aos destinos de uma terra como a nossa e será bom que façam o melhor que sabem até que termine o mandato que em má hora lhe dera e depois disso se retirem, ainda que lamentemos a sorte dos seus futuros alunos.

TEM MUITO ESPERTO NO CABEÇO....



Vale a pena ler esta troca de mensagens públicas entre a Dra. Ângela Lança, uma conhecida causídica de VRSA muito ligada a Luís Gomes e avençada da autarquia e um conhecido empresário do setor do turismo. Como é sabido o regime exerce uma apertada vigilância do que se escreve nas rede sociais e não é a primeira intervenção da causídica.

A propósito dos parquímetros Sugere a ilustre causídica:

“Mas indo à questão dos parquímetros, e tu sendo um homem do negócio, podias inovar e aconselhar os teus clientes! Ora vejamos, os apartamentos são arrendados a preços bem altos! Não poderia o proprietário do apartamento comprar um cartão mensal por 150€ e dar aos clientes para por o carro no parque?! Achas que por €150 em €3000 que é o que ganha no mês de Agosto não pode fazer este investimento? Ficavam os clientes e os locais mais felizes!”

Sim senhor, a autarquia arranjou forma de ganhar dinheiro a uns senhores de Braga e a nossa causídica teve uma brilhante ideia para transformar o homem de negócios num empresário inovador para que clientes e locais (estará a referir-se aos indígenas?) ficarem felizes? E no que consiste a inovação? Fácil, os donos dos apartamentos passam, a pagar o parque, a ESSE fica feliz, os donos dos apartamentos ficam felizes, os locais ficam felizes e até a São fica feliz.

Isto é, a inovação consiste em transformar as taxas da ESSE num imposto a pagar pelos proprietários, uma espécie de sobretaxa do IMI, €150 é pouca coisa, num concelho onde os locais vão a Miami tomar o pequeno almoço como quem vai comer gambas a Ayamonte. Pois, a ilustre causídica sugere que 5% não e nada. Quem já paga a taxa turística e o IMI no máximo, para além do IRS, pode muito bem dar este contributo para a ESSE.

O problema é que os causídicos costumam saber umas coisitas de direito, não sendo de supor que a economia seja o seu forte. A verdade é que de uma forma ou de outra tudo que decidiram sacar aos turistas acabam por sacar aos empresários do setor, já que Monte Gordo está longe de ser um destino atrativo e concorre com outros destinos competitivos. Se os donos dos alojamentos turísticos repercutirem nos seus preços todos os desvarios financeiros decididos pela São e por causídicos como esta senhora, o mais provável que Monte Gordo acabe por ficar às moscas.


Esta gente está mesmo a ser inovadoras, transformaram Monte Gordo numa lixeira, o calçadão parece a Feira do relógio, ratos e baratas por todo o lado, IMI no máximo, parquímetros para sacar dinheiro a torto e a direito. Enfim, mas que grande inovação... 



A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas a sorrir, pessoas sentadas e mesa

Pequeno-almoço em Miami

COITADA DA CAPUCHINHO



Ela faz tudo pela nossa terra, depois de nos ter libertado do cantor das botinhas brancas está a resolver os problemas, até há quem a admira ao ponto de assegurar que nesta terra não nasceu ninguém à sua altura. Mas a pobrezinha, que até centenas de euros do seu magro ordenado aos pobres que lhe batem à porta é vítima de um verdadeiro lobo mau. Nas sessões de câmara queixa-se que nas redes sociais lhe chama mentiroso, logo ela que nunca disse a mais pequena mentira. Nas reuniões com instituições locais aconselha a que não leiam o Largo da Forca, tudo o que se escreve é mentira.

Na tese da pobre senhora há uma menina linda, o Capuchinho Vermelho que vai levar a merendinha à avó, e um Lobo Mau, matreiro e mentiroso que só pensa em fazer-lhe mal. Ela é o Capuchinho, o Largo da Forca é um Lobo Mau muito mentiroso, que repete mentiras contra a pobre Capuchinho.

É mentira que ela fez parte de um executivo que ao longo de muitos anos esbanjou dinheiro, não respeitou as mais elementares regras aplicáveis às compras do Estado.

É mentira que alguma vez a autarquia não tenha exercício os direitos de compra de uma habitação social dando a ganhar muitas dezenas de milhares de euros a um banco.

É mentira que favoreceu os donos dos restaurantes do passadiço de Monte Gordo, mas esqueceu-se de infraestruturar a Praia do Três Pauzinhos.

É mentira que o esquema do Hotel Guadiana está cheio de decisões manhosas desde a abertura do concurso à venda do edifício do Hotel Guadiana.

É mentira que vários senhores do PSD podem ser agora integrados na autarquia, passando à frente de todos os cidadãos do concelho, chegando-se ao ridículo de termos um eclesiástico a ser pago pelos contribuintes sem saber o que faz.

É mentira que a autarca disse que ia assinar um protocolo com a APA para cobrar as obras aos concessionários da praia e que até agora não apresentou qualquer protocolo.

Poderíamos continuar este rol mas por agora o Lobo Mau fia por aqui. Brevemente voltaremos a todos estes temas e até pode ser que a Justiça se decida investigar alguns casos, seria uma boa forma de o Capuchinho Vermelho provar que é mesmo vítima de um lobo malvado.