O INEXPLICÁVEL FENÓMENO VILAREALENSE DO ENTRONCAMENTO


No domingo questionámos o absurdo das verbas atribuídas ao concelho de VRSA destinadas a habitação. Mas o maior absurdo não foi referido nesse post, em que se partiu do pressuposto de que as verbas se destinavam ao concelho de Vila Real de Santo Antónioo.

O maior absurdo está no fato de o Araújo ter ignorado as freguesias de Monte Gordo e Vila Nova de Cacela, sendo a totalidade das verbas destinadas apenas ao concelho de Vila Real de Santo António. Como explicar que uma única freguesia sem sinais evidentes de bairros degradados tenha mais de 10 milhões.

O absurdo é tal que depois de já terem garantidos quase cem milhões de euros, ainda procederam a uam revisão da estratégia local de habitação, para pedirem mais umas dezenas de milhões.

Mais de cem milhões para a freguesia de VRSA e nas freguesias de Monte Gordo e de Vila Nova de Cacela? Qual a explicação plausível para isto?

Obviamente a explicação nada tem que ver com as necessidades de habitação, senão haveria uma maior distribuição do investimento. Restam dois tipos de jutificação.

Por um lado, e pelo que vimos as “oportunidades de negócio” mais interessantes estavam na sede do concelho, hoje começa a haver motivos para recear que aainda antes das eleições os olhos já poderiam estar postos nos terrenos do Cine Foz e no negócio dos prédios da Rua de Angola.

Por outro lado, sabe-se que este executivo está mais preocupado com as próximas eleições autárquicas do que comas necessidades de habitação. Esperando voltar a ganhar em Cacela e contando com uma vitória em Monte Gordo, graças ao bandeado Catarino, o Araújo investiu tudo em conseguir votos onde teve mais dificuldades.

Aparentemente mais do que satisfazer necessidades de habitação a estrtaégia local de habitação é mais propriamente uma estratégia local de eleições, de mistura com as oportunidades de negócios.

Na última campanha eleitoral o PS de VRSA dispôs de fortunas para se certificar que o Araújo ganharia as eleições e depois foi o que se viu com os negócios da habitação. Estamos certos de que na próxima campanha eleitoral o Araújo vai gastar ainda mais dinheiro, resta saber quais serão os negócios que já poderão estar em curso.