ARAÚJO, O MARQUÊS DO DESMAZELO


Temos vindo a percorrer o concelho rua a rua, estrada a estrada, jardim a jardim, praça a praça e a imagem que sobressai é de um desmazelo total, percebe-se que o autarca evidencia um total desprezo pela nossa terra.

Herdou um Município bem equipado, com equipamentos de excelência, como o Parque Desportivo, a Biblioteca, o Arquivo Histórico, os Paços do Concelho, bons espaços verdes, infraestruturas como as dos esgotos. Depois de prometer mundos e fundos, chegando ao ponto de idealizar uma rede de mini bus elétricos na serra, infraestruturas portuárias para receber paquetes, para além de um programa eleitoral digno de um governo endinheirado.

Mas apesar de passar o tempo a gabar-se de que os cofres da CM estão cheios não fez nada, rigorosamente nada. Chegou mesmo ao ridículo de anunciar o início da construção de uma aldeia columbófila em Monte Gordo, poucos dias depois de ser eleito. Até hoje os pobres pombos-correios de Monte Gordo ainda “dormem ao relento”.

Mas o problema do Araújo não é apenas a bazófia compulsiva, é a incompetência.


Num pequeno concelho como o nosso, com quase tudo construído, o mais elementar de uma gestão autárquica seria manter o que herdou e assegurar funções básicas de um Município, como, por exemplo, a limpeza.

Mas não faz nada, em vez de autarca parece um promotor das minis da Sagres, com as suas festarolas ao estilo pimba, em vez de atrair turismo de excelência, convencido de que assim consegue ganhar votos, está a transformar VRSA numa capital pimba rasca do Algarve.

Jardins abandonados, sinalética nas ruas estradas que já não vê tinta à muito, buracos por todo o lado, ervas, lixo, infraestruturas de qualidade com sinais de degradação crescente

Uma vergonha! Este Araújo merece o cognome de Marquês do Desmazelo, é assim que ele devia vestir-se no seu desfile.

Enfim, ó Araújo “atira-te ao mar e diz que te emperraram!”.