BARRACAS E BARRAQUINHAS


Uma das estratégias do Araújo para comprar votos é atribuir o espaço público para todo o tipo de barracas e barraquinhas, não se importando por transformar o concelho no maior centro comercial abarracado do país, uma espécie de Feira do Relógio Algarvia.

O problema é que ao conseguir alguns votos com este estratagema está lesando gravemente o comércio tradicional do concelho, já que quem tem empregados registados na Segurança Social, paga todos os impostos, designadamente o IVA, que suporta o IMI, o IRC, as taxas camarárias e todas as mais despesas, sofre a concorrência desleal de barraquinhas que não pagam qualquer imposto.

Mas para o Araújo o que importa é sobreviver na esperança de um dia chegar a ministro. Andou 20 anos a sonhar com a CM e ainda não percebeu que com as suas capacidades precisaria de 100 para chegar a secretário de Estado e 200 para ser ministro.

Para conseguir votos ao Araújo pouco importa que esteja a destruir o turismo ou o comércio local, o que lhe importa é o seu futuro e os favores da sua clientela.

Não admira que nos sejam enviadas mensagens como esta:

«Proclama-se em VOZ ALTA que  todos os eventos realizados no município de Vila Real de Santo António são bons para a hotelaria e para os comerciantes em geral. Constata-se que estes, são sim, bons para os comerciantes que se encontram na primeira linha da praia e ainda acrescentam um calçadão coberto de roullotes, que não possuem nenhum estabelecimento sediado em Monte Gordo. Comerciantes estes que beneficiam com TODOS os eventos realizados, uma vez que, são as mesmas roullotes em todos os eventos.

Por parte da junta de freguesia ou até mesmo da câmara de Vila Real de Santo António, não existem propostas aos comerciantes de monte gordo (terra onde o evento é realizado) para que possam de alguma forma beneficiar com o evento.

Atendendo ao vosso último post, como é que se pode avaliar o impacto do evento para a restauração e hotelaria? Só poderíamos saber se a avaliação fosse feitas apenas com os comerciantes concentrados na zona onde todo o evento foi realizado. Desenhasse um mapa para fazer questão de mostrar que o evento é só na linha da praia, a restante vila de monte gordo e, consequentemente, os comerciantes ai sediados não existem e são esquecidos.

Como comerciante de monte gordo venho expor a minha revolta perante uma situação recorrente no concelho.

Agradeço, que se possível, exponham a situação na vossa página, para que todos possam ter conhecimento.»