Cada grande negócio envolvendo este executivo camarário suscita
dúvida, pelo que é caso para dizer que cada tiro um melro ou, se preferirem,cada cavadela uma minhoca.
Primeiro foram os lucros absurdos proporcionados a fundos
com a compra de prédios cuja utilização estava condicionada e que dificilmente
poderiam ser comprados a preços normais de mercado. Depois foi o empreendimento
nos terrenos do CINE FOZ iniciado com um edital manhoso a que concorreu apenas
uma empresa com um capital de cem euros.
Agora foi o lançamento de um concurso internacional para a
recolha de resíduos sólidos onde se propões que de uma fatura inferior a um milhão
de euros anuais se passa para três milhões e quatrocentos mil euros, isto é,
mais do tripulo.
Porque será que o executivo que assegurou que em 2025 seria
a CM a assumir a responsabilidade da recolha do lixo opta por triplicar a
fatura e condicionar a CM durante 10 anos? E apesar de tão avultado negócio nem
se lembram de salvaguardar os direitos dos trabalhadores que transitaram da CM para
a ECOAMBIENTE.
Este executivo fez três grandes negócios e todos eles
suscitam numerosas dúvidas. Os que tanto se destacaram na luta contra estas
concessões, muitas vezes sugerindo práticas obscuras, não só defendem esses
negócios como triplicam a fatura pelo mesmo serviço.