Deixem-me trabalhar foi uma frase que fez história, disse-a Cavaco Silva quando começou a ser incomodado por decisões de entidades independentes, designadamente os tribunais.
Parece que o Araújo agora se queixa de não o deixarem trabalhar, porque os residentes do Rias Parque e da zona do Cine Foz se estão organizando com a intenção de avançar com providências cautelares, absolutamente legítimas.
Pois é Araújo, podes acabar com a democracia em VRSA destruindo parte da oposição, com ameaças do teu cunhado e censura no Facebook da CM. Mas Portugal é um Estado de direito e por mais que te sintas monarca do Reino do Baixo Guadiana e Arenilha a verdade é que és apenas um presidente da CM e estás sujeito à lei e às consequências de quem não cumpre.
Quem se sente violado nos seus direitos pode recorrer à lei porque embargos de obras, multas generalizadas, pressões sobre funcionários e outras manobras não metem medo aos vila-realenses, porque VRSA tem uma longa história de liberdade e tem orgulho no seu passado antifascista.
Portanto, se é verdade como consta, que te queixas de não cumprir o teu grande projeto habitacional, devemos lembrar-te que estás no cargo há quase três anos e se não tens capacidade para cumprires as promessas que fizeste o melhor é voltares para professor de espanhol.
Dizer que não te deixam trabalhar é uma mentira, ou não sabes trabalhar ou quando trabalhas a incompetência é tanto que farias melhor passar os sete dias da semana a passear ou a tirar fotografias.
Há há mais de um ano anunciantes novos sanitários do Parque de Campismo, destruindo os que existiam para mais de um ano depois , tirando fotografias anunciando que a obra andava a grande ritmo e que não resistias à tentação de ajudar. Poié, até agora está tudo na mesma.
Não achas que quem não consegue construir umas meras instações sanitárias no Parque de Campismo, contando com os recursos da CM e sem quaisquer obstáculos legai, pode ter a ambição de construir centenas de habitações com o exagero de dinheiro do PRR que conseguiste à custa da tua amiga do Minho, que foi ministra da habitação.
Ó homem, como diz a canção:
Atira-te ao mar e diz que t'empurrarem.
Beija-me da boca e chama-me Tarzan
Mo', qué que fazes aqui?
Ma' p'qué que tu me deixaste da mão?
Já tou fart' de pensar em ti.
Tens uma mania qu' até dá dó.
Atira-te ao mar e diz que t'empurrarem.
Beija-me da boca e chama-me Tarzan
Mo', tá o mar feito um cão.
Na choc' nem barbigão.
E ê nem sou mau pescador
Mai tu só queres é um dador.
Atira-te ao mar e diz que t'empurrarem.
Beija-me da boca e chama-me Tarzan
Já reparaste que até parece que a música foi escrita a pensar em ti, mas foi mera coincidência, nesse tempo ainda eras guarda-redes do Luís Gomes e sujeitavas-te a apanhar boladas só para sere da equipa dele.