Tornou-se moda muitos municípios designarem-se como capitais
de alguma coisa ou criarem rotas associadas a alguns produtos, Há capitais e
rotas para tudo o que é bom ou sabe muito bem, gastronomia, monumentos, etc.
Infelizmente VRSA arrisca-se a ser também uma capital, a capital do amianto, da irresponsabilidade do executivo perante grandes riscos de saúde para os vila-realenses e, em particular, para os que trabalham ou são utentes dos edifícios públicos. No caso do Amianto não só somos a sua capital como o percurso entre edifícios camarários poderia constituir a rota do amianto.
As imagens são do mercado municipal de Monte Gordo onde é
evidente o estado avançado de decomposição do fibrocimento. Mas poderiam ser dos
armazéns da SOLIVA, do mercado municipal de Vila Real de Santo António.
Já vimos serem anunciadas obras da iniciativa de outras
entidades governamentais serem anunciadas em cerimónias do bolo, até já se
chegou sessões relacionadas com a promoção da saúde debaixo da cobertura de fibrocimento
no mercado municipal de Vila Real de Santo António.
Quando este material já foi retirado de quase todos os
edifícios públicos do país, em VRSA continua a mandar-se as pessoas para
tratamentos oncológicos, porque os dinheiros do município são usados
prioritariamente em iniciativas que se enquadrem na campanha eleitoral do
Araújo.
Entre festas e festarolas, provas absurdas de motas na praia
ou banquetes de luxo e trabalhos que protejam a saúde dos vila-realenses o
Araújo prefere as primeiras, porque lhe permitem sessões fotográfica e está
convencido que foi eleito para promover o consumo de minis.