Depois dos protestos dos residentes na urbanização Rias
Parque seguiu-se uma vaga de perseguição, para impor o silencia pela ameaça,
usando-se para isso os poderes da CM. A mensagem está dada, quem se mete com o
Araújo leva e se temos alguma atividade profissional ou empresarial ou mesmo um
simples carro para estacionar já se sabe, ou falamos bem do Araújo mesmo contra
a nossa vontade ou apanhamos.
Os residentes da urbanização Rias Parque já aprenderam isso,
no dia seguinte a dizerem as suas opiniões, seguiu-se uma operação policial de
multas de estacionamento na urbanização, fala-se de um embargo de uma obra (neste caso, de um residente na zona do Cine
Foz). Mas, o mais ridículo foi vermos a enfermeira patrícia, a chefe de
gabinete que partilha o gabinete e os coches românticos com o Araújo, tirando
medidas na companhia de um fiscal à esplanada de um restaurante que pertence a
alguém que ousou manifestar-se.
A ditadura está instituída e a novidade é a ascensão da
chefe de gabinete. Chegou a concorrer pelas listas do Luís Gomes, foi convidada
para mandatária das listas do PS, como resposta à escolha do Dr. Dourado para
mandatário da candidatura independente.
Mas, parece que o Araújo gostou tanto das suas qualidades
que a meteu como chefe de gabinete e agora já é militante do PS e eleita para a
comissão política do PS, uma lista onde
o discreto Araújo, que é quem na verdade manda, nem aparece.