A frase não é nossa, está na Bíblia, foi repetidamente
pronunciada pelo Papa João Paulo II e, mais recentemente, marcou o discurso do
Papa Francisco quando se dirigiu aos jovens em Lisboa. Mas também se aplica ao
que se passa em Vila Real de Santo António.
Ameaças físicas, multas, embargos, pressões sobre funcionários
familiares de residentes no Rias Parque ou na zona do Cine Foz, visitas
noturnas ou telefonemas a quem coloca likes no Largo da Forca, intimidação de
pessoas com expressões xenófobas, censura ativa e exclusão de vila-realenses.
O Araújo, a sua equipa e o cunhado adjunto tudo têm feito
para intimidar os vila-realenses numa tentativa fascista de impor o silêncio, e
quase o têm conseguido. Mas todos os dias ouvimos vila-realenses dizerem que se
cala por receio de vinganças, com recurso aos poderes da CM.
Mas estes políticos são aqueles cães que se alguém passa ao
lado deles são capazes de morder, mas se sentirem que não temos medo fogem com
um rabo entre as pernas.
Pensar que o Araújo e o cunhado se vingam de tudo e de todos
é uma parvoíce, eles já estão “fazendo xixi nas calças”, o Araújo já percebeu
que vai para professor de espanhol e o cunhado regressará para a esquadra onde
muitos colegas o esperam. Quem tem que ter medo são eles, o executivo, os
adjuntos e os oportunistas.
Colocar likes, enviar denúncias e informação, criticar em
público, passar a palavra junto de familiares e amigos, criticar nas redes
sociais, fazer comentário incluindo no Facebook da CM ou do Araújo é ajudar a
salvar o concelho desta praga nefasta.
Sigamos o exemplo do Dr. Dourado, que no último post não hesitou em pedir explicações. Mostremos a estes imbecis incompetentes que não temos medo deles, eles é que devem ter medo dos vila-realenses.