Esplanadas bem compostas, carros de superluxo, estrangeiros
na ponte em Tavira. Para vermos tantos turistas estrangeiros em VRSA teríamos
de recorrer aos aos 70, num tempo em que os alemães estavam em Beja, o Bar
Europa, em Monte Gordo, atraía as inglesas e os barcos do Guadiana forçavam
muitos estrangeiros em VRSA.
Ontem de manhã ouvia casualmente na Praça Marquês de Pombal
que não via tão pouca gente, que a barraca tinha fechado na noite anterior às 21h00
e que àquela hora da manhã ainda havia esplanadas fechadas.
Recuando às imagens de Tavira devemos chamar a atenção de
que não foram tiradas nos últimos dias, mas sim no passado dia 21 de maio, pelas
16h00, quando em VRSA não se via um turista, os espanhóis eram escassos e as
ruas e esplanadas estavam desertas.
Compare-se as receitas geradas durante todo o ano pelo
turismo em Tavira, o montante que os turistas que visitam em Tavira gastam, com
o que vemos em VRSA, onde a imagem é a decadência e se o turismo vai de mal a
pior, o comércio transfronteiriço tem vindo a decair.
Apostar na excelência e isso implica tudo ao contrário do
que vemos. Será com domingões e com a Rosinha que temos futuro? Claro que não,
o executivo em vez de apostar no futuro do concelho, aposta tudo no futuro e na
ambição pessoal de uma única personagem que não se importa de destruir a
economia do concelho se com as Rosinhas conseguir votos fáceis.