UM DÉSPOTA ESCLARECIDO


É inacreditável como um autarca decide instalar em VRSA uma instituição apresentando a decisão como um facto consumado, sem qualquer audição da população, quando essa mesma instituição nem sequer visa beneficiar a população do concelho, mas sim de todo o Sotavento.

Governa a autarquia como se fosse dele e fosse um déspota esclarecido do concelho, não respeitando nem a vontade, nem os sentimentos do concelho. E quando é confrontado com as preocupações dos vila-realenses que se sentem lesados e legitimamente questionam esta decisão reage com vinganças, ofensa, pressões.

O cunhado ofende quem fala nas Assembleias Municipais, no dia seguinte à reunião sucedem-se medidas vingativas como multas generalizadas e um embargo de obras.

Mas quem é este senhor para tratar desta forma os vila-realenses, quem se julga ele, quem lhe disse que era dono da autarquia e do concelho?