LARGO DA FORCA
Voz da democracia e da liberdade de expressão em Vila Real de Santo António
COINCIDÊNCIA?
O Araújo dedicou dois posts a uma ida aos Açores a um evento onde estavam 17 autarcas, dois de
VRSA e os outros deveriam ser de autarquias açorianas. Uma viagem de três dias
para dois autarcas, justificadas com um evento sem qualquer interesse para VRSA
ou para as autarquias.
Acontece que na mesma data realizou-se na mesma ilha o
congresso regional do PS. Coincidência ou uma forma de pagar as viagens a uma
iniciativa partidária?
PRR DE VRSA, UM CASO DE CORRUPÇÃO POLÍTICA?
Se todos os concelhos do país recebessem o equivalente aos
100 milhões de euros, tendo em consideração as respetivas populações, nem todas
as verbas do PRR distribuídas por todos os setores de investimento chegariam para
cobrir a totalidade do investimento que se destinaria a habitação.
Como se explica que VRSA tenha muito mais verbas do PRR do
que o concelho do Porto, onde só no Bairro da Sé há mais problemas do que em
todo o nosso concelho? Como se explica que um terço do investimento do PRR no
Algarve seja feito em VRSA, um dos seus mais pequenos concelhos e onde o
problema da habitação não é tão evidente? Como se explica que o investimento
feito em VRSA seja quase tanto como o que será feito no concelho de Lisboa?
Terá sido um milagre? O IHRU não sabe fazer contas e não
reparou neste fenómeno do Entroncamento que ocorreu em VRSA? A influência do
Araújo era assim tão grande?
Este investimento do PRR em VRSA é muito pouco claro,
suscita muitas dúvidas e deveria ser investigado pelas entidades competentes,
designadamente, pelo Tribunal de Contas. Há aqui muitas coisas estranhas.
Decidiram dar 100 milhões para o Araújo gastar e quase de um
dia para o outro deu-se o milagre dos prédios da Rua de Angola, com os fundos a
ganharem fortunas de forma fácil, vendendo a preços de mercado vários prédios
cuja venda estava condicionada pelos apoios recebidos para a sua construção.
Choveram cem milhões e até agora nenhum dos investimentos
feitos no âmbito do PRR, os prédios da Rua de Angola deram lucros pornográficos
aos fundos, o Apartotel do Monte Fino deixou de o ser para ser comprado pelo
PRR e com um investidor a abandonar o projeto de forma estranha, no caso do
Cine Foz é o que se está a ver. Todos estes negócios suscitam dúvidas e merecem
uma investigação.
Haverá alguma relação entre este caso e o dinheiro investido
na campanha do Araújo, como se houvesse alguém que queria ter a certeza de que
ele seria eleito. De onde veio tanto dinheiro para uma campanha de outdoors
caríssima, muito antes da campanha autárquica e ainda antes das eleições
presidências?
Como se explica que um PS local e mesmo Algarvio, ambos sem
dinheiro, tinham tanto dinheiro para investir no Araújo? E porquê investiram
tanto nele e não investiram um tostão noutros concelhos como o de Castro Marim?
Este processo do PRR de Vila Real de Santo António suscita
muitas dúvidas e cheira a influências políticas. Não acreditamos que o governo
de então estivesse assim tão preocupado com o problema da Habitação em VRSA,
para intervirem como se por cá tivesse ocorrido um terramoto de grau 8 na
escala de Richter.
QUANDO SE PENSA QUE OS ELEITORES SÃO ESTÚPIDOS
Em muitas circunstâncias este
executivo e, em particular, o nosso senhor presidente tem atuado no
pressupostos de que os que vivem no nosso concelho são idiotas. Atuam como se
as pessoas não pensassem e engolissem todos os truques e mentiras.
Depois de três anos da
promoção de um culto da personalidade que ultrapassa em muito o que se considera
roçar o doentio, durante os quais se desprezou os interesses do concelho e dos
que nele vivem em favora das ambições do nosso senhor presidente, destaram agora
com uma campanha eleitoral doentia.
Agora, a um ano das eleições
autárquicas tentam fazer uma campanha eleitoral sem adversários, transformando
a CM a sede de uyma campanha de um candidato único. Depois de trÊs anos de
perseguições e de compra de bandeados, tentam agora desvirtuar a democracia
usando os recursos da CM em favor das ambições pessoais de um autarca que desde
o primeiro diz que se revelou como incompetente, sem os recursos técnicos e os
valores éticos para o desempenho de um cargo eleito.
Agora assistimos a
iniciativas sucessivas, que ou não fazem sentido, ou são puro oportunismo, ou
poderiam ter sido promovidas muito antes. Inventam-se tretas para, a título de
exemplo, realizar uma semana do turismo, passando a ideia de uma grande
preocupação. O problema é que durante tgrês anos destruiram a imagem do turismo
e, ainda por cima, gastaram fortunas para o conseguir.
Este comportamento
oportunista, vindo de alguém que nunca foi da terra e ninguém conhecia, a não
ser os que se confrontaram com os seus tiques autoritários à frente do IEFP, é
ofensivo. O nosso senhor presidente continua a comportar-se de forma
desrespeeitosa com os vila-realenses, desde a sua mania de se fotografar até às
suas camapanhas idiotas, tudo assenta no pressupostos de que somos todos
estúpidos.
MAIS UMA CORRIDA, MAIS UMA VIAGEM
Ultimamente o Araújo tem evitado divulgar as viagens pois
apercebeu-se de que os vila-realenses ficavam a saber que se aproveita de todas
as oportunidades para laurear a pevide. Só não percebemos o que estará a
discursar no aeroporto já que coloca as mãos como se estivesse a proferir uma
das suas homilias..
Mas ficámos com curiosidade de saber que acontecimento tão importante o leva a viajar para os Açores, onde, cheio de caganas disse que ia participar no Fórum Atlântico de Democracia. Acontece que é organizado pela Federação Nacional das Associações Juvenis e visa “reunir jovens dirigentes associativos de todo o país e decisores políticos para debaterem e darem propostas para impulsionar a democracia e a cidadania nos jovens”. Dura três dias e ocorre na Aula Magna da universidade de Ponta Delgada.
O próprio Araújo tenta justificar o seu passeio dizendo “Neste
encontro nacional em que participam mais de 150 jovens, estão também presentes
17 autarcas de todo o País.” Isto, é num pais com centenas de autarquias e
milhares de autarcas entre câmara Municipais e juntas de freguesia, estão lá 17
destes dois são de Vila Real de Santo António, o Araújo e o Horta.
Que interesse tem este evento, como centenas de outros que
se realizam em todo o país, para Vila Real de Santo António, para que o nosso
Município se faça representar por um presidente da CM e um vereador, despendendo
para isso muito dinheiro em viagens, ajudas de custos e hotelaria?
Que de tão importante para VRSA se tratou nesse evento para
que uma CM em dificuldades financeiras gaste tanto dinheiro. Nada,
rigorosamente nada, o Araújo e o Horta limitaram-se a aproveitar-se de um
convite que terá sido enviado para todas as câmaras municipais do país para
passearem à nossa conta.
Nunca os membros de um executivo da CM de VRSA viajou tanto
à nossa conta e o Araújo nem resiste à tentação de exibir os seus passeios,
como se isso pudesse ser motivo de felicitação por parte dos vila-realenses.
Mas o coitado sente-se tão orgulhoso do seu oportunismo que até dedica dois
posts ao acontecimento.
O Araújo, o Babita e o Horta transformaram a CM numa espécie
de agência de viagens privativa, com estes incompetentes a tirarem a barriga da
miséria em matéria de viagens. Pelo vistos já aproveitam tudo o que aparece
ante que a “mama” se acabe.
POR TODO O CONCELHO
«Bom dia, não tenho o hábito de fazer comentários nem reclamações mas, como vejo que as publicações que aqui são feitas fazem-se ouvir. Então é o seguinte, moro junto ao bairro 28 de junho e não me lembro de ver esta zona tão suja como agora. Agradecia que mantivesse o anonimato porque mais denúncias irão aparecer.
Queria deixar a imagem do chão junto aos baldes do lixo e na estrada deixada pelo camião da recolha do lixo, mas não consigo deixar a foto.»
PODEM TRATAR-ME POR ÁLVARO
Lembra-se da telenovela
mexicana “Simplesmente Maria”? Pois agora, em Vila Real de Santo António está a
ser rodada uma telenovela eleitoral com o título “Simplemente Araújo”.
Quando foi eleito o home
autodesignava-se no Facebook da CM por “Senhor Presidente”, tratamento que
nenhum autarca do país, primeiro ministro ou mesmo Presidente da República exigiu.
Mas o moço de Viana não precindiu do tratamento, porque ele nãao é um
presidnete qualquer, é a figura local da rábula do Herman José “Eu é que sou o
presidente da junta.
Depois de ser gozado durante
muito tempo lá mudou, passou a ser designado no Facebook por Álvado de Palma
Araújo. Deixou de se tratar por senhor mas usou o nome por extenso, ele não um
qualquer Álvaro Araújo, não, ele tem um distinto “de”, símbolo da sua grande
linhagem, ele é Álvaro de Araújo.
O ridículo é que mesmo dentro
do PS local ele é tratado por Senhor Presidente”, o que deve levar Mário Soares
a dar voltas no túmulo, já que o fundador do PS sempre foi tratado pelos seus
por “Camarada Mário Soares”.
A pateice de alguns
militantes do PS é tal, uqe já lemos uma mensagem no grupo do WhatsApp dos
militantes, um pateta todo indignado, a escrever para os colegas que “eles até
o tratam por Araújo”, como se fosse uma ofensa mais grave do que chamar-lhe filho
da dita.
Mas ao fim de três anos de
prepotência, arrogância, narcisismo político alguém o convenceu de que isso de
ser sem hor, “de”, ou outra forma pomposa e narcisista de ser tratado é digno
de uma personagem do Eça de Queiroz e agora mudou.
Pois o Álvarao Pala de Araújo
agora é outro porque está borrado por ter de voltar ao estatuto de professor de
espanhol que usava fatinho e gravata, agora anda a dizer às pessoas “tratem-me
por Álvaro”. É como quem diz “eu sou muito importante mas como sou um político
perfeito até me sujeito a tratarem-me por um igual”.
Enfim, ainda o vamos deixar
de ver com fato e gravata de telemóvel na mão, deixar de usar o chapéu de
labrego e outros tiques que durante três anos andou a exibir.
VOANDO SOBRE UM NINHO DE CUCOS
Desde que o moço de Viana
chegou que a CM de VRSA é tudo menos um município normal, parece mais um
cenário para uma versão local do filme “Voando Sobre um Ninho de Cucos”.
O Araújo que nada fez do que
uma capanha eleitoral permanente desde que foi eleito, orientando os recursos
em função da sua promoção de imagem, agora entrou numa paranóia eleitoralista
que começa a merecer uma gargalhada. EM vez de gerirem os serviços com
competência e a pensar nos municipes, inventam iniciativas para se promoverem.
Depois da semana do turismo,
vai haver a semana da saúde mental, como até às eleições faltam cinquenta
semanas, imaginamos que vão organizar semanas dedicadas a tudo e mais alguma
coisa, provavelmente até vão dedicar uma semana à plantação de oliveiras da macumba.
Mas temos de reconhecer que
se há semana temática que se justifica é precisamente a semana que vai ser
dedicada à saúde mental. Porque a loucura deste executivo é de tal forma
doentia e paranóica que até se justificaria uma sessão dedicada à saúde mental
coletiva.
Mas no centro desta loucura
coletiva está um político que já se fez fotografar em todas as posições de que
o Lima se lembrou. Há três anos que somos forçados a engolir uma campanha de
autopromoção de um político que parece sofrer de narcisismo político e que gere
uma Câmara Municipal de um concelho reduzido ao seu manicómio pessoal.
Certa vez um jovem médico
disse-me que ia tirar a especialidade de psiquiatria, respondi-lhe que fazia
muito bem e poderia começar por se tratar a si próprio. O Araújo parece não ter
percebido que em vez de presidente da CM se transformou no maior problema do
concelho e dos que aqui vivem. A verdade é que correr com Araújo nas próximas
eleições equivale a levar o concelho a um psicólogo para o tratar das
malfeitorias que lhe estão sendo infligidas por um autarca incompetente.
VINGANÇA E ‘DESVINGANÇA’
Este Araújo mais os três
incompetentes que o acompanham no executivo acha que anda a ensinar espanhol
aos vila-realenses e um dia ainda se lembra de lhes dar reguadas ou castigá-los,
obrigando-os a estarem virados para a parede da CM.
Exerce os poderes municipais
usando-os uma vezes em vinganças mesquinhas e quando acha que os votos lhe vão
fazer falta, trata-os por idiotas e passa-lhes a mão pelo pêlo. Dá-lhes com o
su chicote de mesquinez e depois tenta conquistá-los com cenouras.
Primeiro mandou pintar um
traço descontinuo no Rias Parque, onde vivem muitos vila-realenses que são
considerados ovelhas negras, fazendo-lhes a vida num inferno ao reduzir os
lugares de estacionamento. E para que soubessem quem era o presidente, porque
para esta gente presidir é exibir poder com prepotência, mandou a polícia
multá-los.
Mas a campanha eleitoral do
Araújo começou e está na hora de pensar que somos todos estúpidos, medindo-nos
pela sua bitola intelectual, e volta atrás, agora até mandou pintar os
rectângulos para que todos percebessem que o generoso Araújo lhes “oferecia”
lugares de estacionamento.
É assim que estes
incompetentes gerem um município, de forma prepotente, incompetente e tratando-nos
como se fossemos idiotas.
CINFE FOZ - CONSULTA PÚBLICA - POSIÇÃO DOS MORADORES
«Resposta à Consulta Pública Relativamente ao Projeto Urbanístico do Cine-FozComeçamos por lamentar o facto de o município ter deferido, a nosso ver ilegalmente, as obras de contenção periférica, antes mesmo da consulta pública ter iniciado. Essa circunstância constitui um desrespeito à palavra que os cidadãos têm direito por força da Lei.Verificámos, durante a consulta do processo, que, por mais de uma vez, a opinião emanada por técnicos do município não foi tida em conta, sendo mesmo contrariada pelas decisões do executivo camarário. Tal facto foi por nós estranhamente constatado, parecendo haver um menosprezo evidente do saber técnico e da experiência acumulada por estes técnicos, face a um executivo camarário constituído na sua totalidade por “marinheiros de primeira viagem”.Relativamente ao processo consultado, os moradores da zona do Cine Foz solicitam uma ponderação cuidada dos pontos que seguidamente se referem.
1. Parte do terreno insere-se na
zona histórica da cidade e o projeto não contempla o que está determinado no
Plano de Pormenor de Salvaguarda do Núcleo Pombalino de Vila Real de Santo
António (PPSNPVRSA). Consideramos que não respeitar este plano é destruir
aquilo que é a identidade da própria cidade e em particular a qualidade urbanística
desta zona.
2. Este bairro destina-se a habitação a custos
controlados, caso o IHRU aprove a proposta e os fundos do PRR, de facto, sejam
atribuídos. No nosso entender, esta solução não corresponde às necessidades do
concelho, uma vez que apenas contempla 125 fogos. Com os 27 milhões de euros
que a Câmara irá despender, poderia construir mais fogos num terreno camarário, acudindo, assim,
às reais necessidades dos residentes no concelho, razão pela qual a decisão de
aprovar este projeto, neste local, não serve os interesses dos munícipes.
Lamentamos, também, a falta de um estudo comparativo sobre este assunto.
3. Esta área da cidade não está,
de todo, vocacionada para este tipo de propostas, mas, pelo contrário, para
soluções arquitetónicas que não sejam massificadas e que, sobretudo, possam
acrescentar qualidade urbana a esta área, que consideramos nobre da
cidade.
4. Quanto à isenção de taxas
municipais num valor superior a 1.400.000€,
não estando o projeto aprovado nem sequer apreciado junto do IHRU e também não
havendo certeza da atribuição do PRR a Vila Real de Santo António até ao
momento, não há certeza de que esta urbanização venha a ser um projeto a custos
controlados, pelo que a decisão camarária foi precipitada e injustificada. Tão
pouco podemos entender o perdão de taxas municipais tão elevadas numa Câmara endividada.
5. A proposta urbanística não
dispõe de quaisquer áreas verdes públicas, nem salvaguarda uma bolsa de
estacionamento público de forma a responder às necessidades vigentes no
centro histórico de VRSA e nas urbanizações limítrofes.
Para além destas questões o projeto viola
as seguintes disposições legais:
a) A proposta não
contempla espaços verdes, nem equipamentos coletivos nem o município é
ressarcido pela sua não cedência através da compensação financeira, mais de 600
mil euros, por parte dos promotores. Por que motivo?
b) O projeto não cumpre o artigo
51.º do plano de pormenor de salvaguarda do núcleo pombalino de Vila
Real de Santo António.
Pelo
exposto, solicitamos a reapreciação de todo o projeto.
Vila Real de Santo António, 24 de setembro de 2024
Um Grupo de Moradores da Zona de Cine-Foz»
ARAÚJO, O TRANSPARENTE
Depois de três anos em que
transformou a CM numa nuvem negra, tal a opacidade com que tem gerida.
Durante estes três anos fez
negócios pelo menos questionáveis, escolheu uma empresa com cem euros de
capital para o Cine Foz, a única que concorreu na sequência de um edital que
poucos viram.
Durante três contratou muitos
familiares e amigos, chegando a promover um trolha a assessor de vereador,
todos entrando pela “porta do cavalo”, passando à frente dos vila-realenses a
troco de votos, para premear boys ou para favorecer familiares.
Durante três anos fez dezenas
e dezenas de adjudicações diretas, contratando vezes sem conta o mesmo
operador, como é o caso do bandeado Catarino, que cantou em quase todas as
festas e festarolas, a partir do momento em que sem dizer nada aos que o elegeram,
se bandeou para o Araújo, tendo sido ainda premiado com uam promoção na Soliva.
Durante três anos usou as
adjudicações para premiar os seus amigos ou bandeados, com a aquisição de bens
e serviços sem qualquer forma de concurso, prejudicando os que não sendo seus
apoiantes conhecidos ou que não torcaram a alma por benesses, que ficam de fora
das aquisições da CM.
Durante estes três anos e
depois de tantas queixas ao Tribunal de Contas contra o seu antecessor,
recorreu várias vezes ao expediente legal de fracionamento de adjudicações para
iludir a lei que o obriga a pedir o visto daquele Tribunal.
Mas agora, aproveitou-se da
requalificação de uma obra, algo que foi decidido pelo Governo e que herdou
graças à transferência de competências, para alardear um concurso público a que
está obrigado e que se recorresse a expedientes duvidosos como o que adoptou no
loteamento dos terrenos do Cines Foz ia diretamente para professor de espanhol,
se não lhe acontecesse coisa pior.
Note-se que o investimento
não resulta de uma boa gestão financeira da Câmara MUnicpal já que é dinheiro
do PRR, assim como não resulta da sua intervenção já que é um processo que não
foi iniciado pela Câmara Municipal. Portanto, nada temos de agradecer ao
Araújo, que se limita a aproveitar-se para fazer passar a imagem de um grande
investidor, que não o é. Qualquer que fosse o autarca este investimento seria
realizado.
MAIS OBRAS ILEGAIS?
Mesmo sem qualquer licenciamento
as obras do CINE FOZ continuam a um ritmo imparável e a emprsa construtora já
está demolindo edifícios que não lhe pertencerão. As ilegalidades sucedem-se
com o beneplácito e mesmo o apoio do executivo.
E por aquilo que se vê na
imagem o telhado do armazém é de fibrocimento, o que obriga a que na sua
demolição sejam respeitadas as regras da Portaria n.º 40/2014, de 17 de
fevereiro. Será que estão a respeitar estas regras? Pelas fotos parece que não.
O LARGO DA FORCA TINHA RAZÃO
Ainda se estava a um ano das
eleições autárquicas e o Largo da Forca já tinha previsto o que ia fazer o
Araújo, usar o dinheiro da Câmara para distribuir tachos e tachinhos por
familiares, lambe cus, bandeados, boys e famílias de amigos. Nunca se viu tanta
contratação oportunista de gente inútil, que está na CM a tro de votos e cujas
funções são pouco maios do que bajular o Araújo e colocar likes nas suas
páginas de Facebook.
Tudo isto em prejuízo da situação
financeira da CM, do desempenho da CM em funções básicas como a higiene
pública, a segurança dos cidadãos ou a manutenção dos espaços públicos e
respetivas infraestruturas.
Tanto sabíamos que ia ser
assim e depois de lhe termos avaliado as capacidades intelectuais e
competências técnicas que sempre recusámos ao Setúbal o apoio ao seu candidato
marioneta. Até criaram páginas anónimas de caris fascista para tentarem
silenciar o LdF, o que obviamente não conseguiram, nem conseguirão.
O Largo da Forca acertou em
cheio.
UMA AUDITORIA À ACÇÃO DO FAM
A Câmara Municipal não tem
p+oderes para auditar a ação do FAM, mas o próximo executivo pode e deve
recolher toda a informação relativa às relações da CM de VRSA com o FAM durante
os dois últimos executivos. Recolhida esta informação e se identificarem
diferenças de critérios, a mesma deve ser remetida para o Tribunal de Contas, pedindo
a este tribunal que audite a atuação do FAM no Município de Vila Real de Santo
António.
As diferenças de atuação dos
executivos da São Cabrita e do Araújo são evidentes, a primeira foi asfixiada
pelas instruções do FAM, o segundo gasta dinheiro como não existisse amanhã,
parece que a CM de VRSA estava falida e com o Araújo ganhou um jackpot do
Euromilhões.
Um pequeno exemplo, no
anterior executivo a CM levou anos para reparar os repuxos da Av. da República,
enquanto só o Catarino já deve ter ganho mais dinheiro com os espetáculo
encomendados pelo Araújo do que seria necessário naão para reparar os repuxos,
mas para construir novos.
O executivo anterior mal
podia contratar alguém, im pedida pelo PAM, o acordo contratualizado entre o
FAM e a CM de VRSA, os poucos trabalhadores que conseguia era os colocados pelo
Ararújo que estava no IEFP a promover a subsidiodependência, criando falsos
empregos com subsídios miseráveis.
Mas o Araújo pode contratar
todos os boys e famílias do regime, o dinheiro para contratações é tanto que
até se dá ao luxo de contratar um assessor de comunicação social, que não faz
nada e nem deve saber onde fica VRSA, só para lhe colocar alguns artigos nos
jornais e notícias contra o Luís Gomes. Só este assessor ganha mais de 80.000€
por ano.
Os sinais de discriminação
entre executivos camarários é evidente e só isso seria muito grave. Mas também
há sinais de que o PAM não está a ser respeitado com a provável anuência do
PAM.
O PAM tem força de lei e o
seu eventual incumprimento com a permissão do FAM constitui uma irregularidade
muito grave, que poderá sair cara ao executivo do FAM e aos que tutelam este
organismo, como é o caso da Asssociação Nacional de Municípios.
Se essa discriminação
política existe e o PAM não está a ser respeitado poderemos estar perante um
caso grave de corrupção política, o que explicará o empenho de alguns setores
do PS em colocar o Araújo na Associação Nacional de Municípios.
FESTEJAR ABRIL EM SETEMBRO
O ano passado, quando se
comemoraram os 50 anos do 25 de Abril, quando fazia todo o sentido em organizar
eventos ao longo do ano, o assunto foi ignorado pelo Araújo. Mas a um ano das
eleições o Araújo ornazia uam tertúlia dedicada ao 25 de Abril.
Percebe-se, desde há algumas
semanas que o Araújo, usando a CM; desendeou uma campanha eleitoral intensa,
começou com as escolas, agora é o turismo e a seguir à semana do turismo vem o
25 de abril e certamente teremos disto durante meses.
É óbvio que os poucos patetas
que rodeiam o Araújo se reuniram e percebendo que estão mais perdidos do que a
barca do arroz decidiram escolher temas para branquear a imagem do Araújo. Não
fez nada nas escolas? Usa-se o início do ano escolar e inventam-se posts todos
os dias. O Araújo é um arrogante? Então ele anda a dizer às pessoas “tratem-me
por Araújo”. Tranformou o PS local num partido fascista e usou a CM para
perseguir e ameçar as pessoas? Então vamos celebrar o 25 de Abil.
Falta-lhes inteligência, competência, transparência e respeito pela democracia, mas sobra-lhes a velhacaria.
UMA SUGESTÃO PARA O ARAÚJO
Sabemos que adora músicas como o “aguenta que dói menos”, já
o vimos tocar cavaquinho do São João da Degola, cantou “e nós pimba na cama”,
adora a Rosinha e é fã do Catarino. Só lhe falta dar um passo, dar-nos música.
Por isso, deixamos aqui um vídeo de alguns autarcas da região
da Mealhada a fazerem de DJ. Será que o Araújo vai pedir aulas de DJ ao Karussa
e vai ser o artista principal na próxima passagem do ano?
Desesperado como está é uma boa oportunidade de se esquecer
de processos duvidosos como o loteamento do Cine Foz. Fica a nossa sugestão
para o Araújo dar mais um passo na sua brilhante carreira pimba.
ARAÚJO, O AMBIENTALISTA
Vale a pena ler o capítulo dedicado ao Ambiente do programa
eleitoral do Araújo, aquilo é uma verdadeira maravilha, cheio de projetos e
ideias. Senão, vejam as propostas:
- 1. Preparar a adaptação do Município às alterações climáticas,
- 2. Desenvolver e iniciar uma estratégia Municipal para a Biodiversidade e Conservação da Natureza.
- 3. Avançar com o projeto de enterrar os lixos urbanos no Centro Histórico.
- 4. Promover o desassoreamento da Ria Formosa, entre o Lacém e a Manta Rota e a reposição de areias no Forte de Cacela
- 5. Realocar o depósito de resíduos verdes.
- 6. Promover as Comunidades de Energia Renováveis (CER).
- 7. Racionalizar consumos energéticos na iluminação pública, também para reduzir a poluição luminosa.
- 8. Promover o aproveitamento das águas pluviais e residuais tratadas para alimentar os espaços verdes.
- 9. Melhorar o grau de arborização do espaço urbano e a manutenção dos espaços verdes, através da reposição de árvores, e da manutenção dos sitemas de rega.
- 10. Estudar a criação de parques caninos.
- 11. Colocação de papeleiras de lixo com sacos para dejetos animais.
- 12. Requalificar a aldeia columbófila.
É um programa lindo, não é? É sim senhor, o problema é que
tudo mentiras produzidas por quem não tem quaisquer escrúpulos em mentir, por
isso não cumpriu uma única das suas falas promessas. Pior do que isso, agravaram-se os problemas,
desde o lixo na zona histórica até à destruição dos espaços verdes.
O homem ia fazer tanta coisa que até faz promessas em áreas
que nem sequer são da sua competência, como o desassoreamento da Ria Formosa,
mas como não ia fazer nada, não lhe custou fazer as promessas. Por exemplo, já
depois de eleito e achando que a requalificação da aldeia columbófila prometeu
uma aldeia dos pombos, no fim nem uma coisa nem a outra.
Alguém no concelho de Vila Real de Santo António ainda acredita
nesse Araújo? Claro que não, a não ser os lambe cus e oportunistas que passaram
à frente de gente com mais valor para terem empregos em que nada fazem, na
Câmara Municipal.
UMA CAMPANHA ELEITORAL OPORTUNISTA E DOENTIA
A utilização do Facebook como
intrumento de propaganda política, centrada no culto da imagem de um autarca
inculto e incompetente, roça o doentio, disparam posts nos Facebook da CM e do
Araújo ao ritmo de uma metralhadora e até os lambe cus já começa a estar fartos
de colocar likes.
Depois das muitas festarolas
e procissões de verão, o Araújo transformou o incípio das aulas numa verdadeira
campanha eleitoral, com posts atrás de posts, fotografias do Araújo, discursos
do Araújo e ainda um vídeo do Araújo, um verdadeiro enjoo, uma estratégia
ridícula que apenas o ridiculariza ainda mais do que esta´.
Só por conta do início das
aulas colocaram cinco posts, uma verdadeira paranóia. O Araújo está convencido
de que ressucita com fotos e posts, quando se sabe que nem com um beijo da sua
Julieta consegue voltar à vida. Daqui até às esleições vai ser o bom e o
bonito, quando mais desesperado está mais festarolas, eventos e missas, com
centenas de posts no Facebook.
UM COMENTÁRIO INTERESSANTE
O Araújo fez uma falsa
auditoria para encontrar matéria para tramar o Luís Gomes, tendo mesmo ignorado
o mandato anterior, por razões que só ele saberá.
Fartou-se de falar em justiça,
insinuando que ia acontecer alguma coisa, até contratou um assessor de
comunicação social a 80.000€ anuais para denegrir a imagem do antecessor e seu
antigo padrinho, sem cujas cunhas teria voltado à muito para professor de
espanhol.
Acontece que esses processos
desencadeados pelo Araújo, que parecia querer ver o Luís Gomes ir para Évora à
boleia da Ramona chegaram ao fim. Mas, pelos vistos não deram lugar a viagens para
Évora, o Araújo que enquanto o tentava tramar ainda fazia telefonemas
delicodoces ao seu velho padrinho, não conseguiu tramar o Luís Gomes.
Mas preferiu falar calado,
nada disse sobre as conclusões do Tribunal d e Contas.
O ARAÚJO ATÉ SABE O QUE É UM ZIMBRAL
A notícia já tinha saído no Facebook da CM, mas o Araújo só
agora a colocou no seu Facebook de político grandioso, para fazer render o
peixe, fazendo parecer que faz muito sem fazer nada, um verdadeiro milagre dos
panitos inspirado pela sua oliveira da macumba.
Ele que prometeu muito e nada fez em matéria de ambiente até
foi a uma conferência e até nos pergunta “já conhece o projeto Zimbral for
Life?” com ar de que em VRSA é o único que sabe no meio de muitos ceguetas.
Mas se as dunas o deixam tão preocupado como explica que
tenha ignorado uma iniciativa do projeto Zimbral for Life, que ocorreu nas
dunas de VRSA, nos dias 29 a 31 de agosto, que contou com o voluntariado Sukyo Mahikari?
A CM foi ignorada:
https://www.zimbral4life.uevora.pt/noticias/voluntariado-sukyo-mahikari-na-remocao-de-chorao-nas-dunas-de-vila-real-de-santo-antonio
Desta vez o Araújo não teve a oportunidade de aparecer à frente a tirar fotografias.
UMA AUDITORIA SÉRIA
A auditoria que defendemos deve ser rigorosa, feita com
competência e nada que se assemelhe o chafurdar na papelada feita pelo Setúbal.
Antes de mais deve ser feita por uma equipa habilitada, experiente e competente,
de preferência com um passado na investigação de fraudes e não por alguém
inabilitado, como é o caso do contabilista agora promovido a financeiro muito
bem pago.
Deve obedecer a regras e seguir critérios e objetivos bem defenidos,
devendo ser dado conhecimento prévio aos órgão autárquicos, em reuniões da
Câmara e da Assembleia Municipal.
Deve abranger não só os processos que chegaram a público e
são reconhecidamente duvidosos, como a adjudicação da obra da cobertura da
escola, a compra aos fundos dos prédios da Rua de Angola ou o loteamento dos
terrenos do Cine Foz, mas também a gestão do Município. Estão designadamente em
causa áreas como:
- A gestão da SGU depois do seu relançamento.
- A concessão à ESSE do estacionamento tarifado.
- As contratações de pessoal.
- A cobrança e gestão da Taxa Turística.
- A gestão financeira do Município e o impacto das despesas promovidas pelo atual executivo no nível de endividamento.
As conclusões devem estar assente em provas rigorosas e o relatório deve ser objeto de contraditório por parte dos eventuais visados, após o que deve ser apresentada aos órgãos autárquicos onde, no caso de se terem detetadas irregularidades ou crimes, deve ser posta à aprovação o seu envio para as entidades competentes.
MÚSICA PARA OS OUVIDOS
Depois de se ter autopromovido como o autarca mais pimba do país, transformando a Rosinha no símbolo cultural do seu mandato, sendo de esperar que a música da sua próxima campanha seja um dos temas a acordeonista brejeira, o Araújo procura passar a imagem de homem culto.
É um político perfeito, sempre de gravatinha e telemóvel na
mão, esposo exemplar, político cheio de cunhas e agora um político muito culto.
Um político perfeito, mas de plástico, ainda por cima plástico reciclado,
porque assim é também um político sustentável, que respeita o ambiente.
Mas como de cultura só tem a Rosinha e ele próprio a berrar no
Domingão “e nós pimba na cama”, tem de se socorrer das iniciativas alheias. Por
isso, foi buscar imagens do concerto da Orquestra do Algarve, na celebração do
Dia da Cooperação Europeia, promovido pela Eurocidade do Guadiana, que ocorreu
já há uma semana.
Só usa o acontecimento para se promover uma semana depois
porque na ocasião lhe ficava mal, já que o Largo da Forca dedicou um post ao
assunto. Mas como a necessidade de se apresentar como homem culto é muito
deixou passar uns dias para não se reparar.
O Araújo esqueceu-se de dizer que para poupar 7.000 euros não
fá qualquer ajuda a esta orquestra, já que convencido de que o pimba dá mais
votos, prefere esbanjar o dinheiro com o Catarino, a Rosinha, o Domingão e tudo
o que de pimba lhe vem à cabeça desnorteada.
Esqueceu-se também de dizer que este concerto se deveu a uma proposta da iniciativa da CM de Castro Marim, como se pode ler no post (https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=932527852236036&id=100064364902851&mibextid=WC7FNe&rdid=6SQUzG6NdtvHozP5) dedicado ao assunto por este Município:
«A Câmara Municipal de Castro Marim propôs este concerto à Eurocidade do Guadiana, no âmbito do protocolo que tem com a Orquestra do Algarve, tendo o município de Ayamonte disponibilizado prontamente a sala para a sua realização, de forma gratuita.»
Ou seja, o Araújo só lá foi para bater palmas e aparecer na fotografia, já que o seu contributo foi nulo.
Na sua origem, a orquestra tem como fundadores, além do
Turismo do Algarve e da Universidade do Algarve, as autarquias algarvias de
Albufeira, Faro, Lagos, Loulé, Portimão e Tavira. São também associados os
municípios de Castro Marim, Lagoa, São Brás de Alportel, Silves e Olhão aos
quais se juntam ainda outros parceiros institucionais. Vila Real de Santo
António, promovida a capital nacional do pimba pelo Araújo, fica de fora.
E agora vem dizer-nos que é música para os ouvidos, é sim
senehor, mas para pessoas cultas e não para quem fica todo radiante quando se
fotografa ao lado do silicone da Rosinha.
E DEPOIS DIZ QUE NÃO VÊ O LARGO DA FORCA
O Araújo diz que não vê o Largo da Forca, mas a verdade é
que basta uma denúncia nesta página para que a CM faça milagres. A estratégia
não é nova, o Araújo aprendeu com a São Cabrita, que também tentava silenciar o
Largo da Forca reparando tudo o que era denunciado.
Mas temos de admitir que o Araújo é mais eficiente, diríamos
mesmo que o único ponto a favor da sua competência é precisamente a forma como
reage às nossas críticas. O problema é que os vila-realenses já se divertem,
mandam-nos as mensagens e depois ficam à espera da solução imediata do problema.
POR UMA AUDITORIA
Durante o mandato da São Cabrita a equipa do Araújo,
liderada por agora rico Rui Setúbal, defenderam a realização de uma “auditoria forense“,
chegando a fazer essa proposta em Assembleia Municipal.
Nunca foi aprovada, mas mal chegaram à CM o Araújo e o Rui
Setúbal puseram as mãos à obra e anunciaram que estavam fazendo uma auditoria,
cujos resultados apresentaram em conferência de imprensa.
Só que há uma grande diferença entre fazer uma auditoria e
procurar matéria para poderem perseguir judicialmente ou, pelo menos
desencadear uma campanha difamatória contra um ex-autarca. Aquilo que investigaram
não foi mais do que as acusações que já faziam em surdina.
Foi uma chafurdar de papéis pelo Rui Setúbal, sem rigor e
sem princípios e que em nada obedeceu às regras que devem ser seguidas por uma
auditoria, Não foi mais do que um auto de fé na esperança de acabar com o Luís
Gomes, de quem o Araújo sempre se afirmou amigo.
Aproveitaram os supostos resultados e atiraram a caca para a
ventoinha na esperança de sujar um possível opositor, ao mesmo tempo que o
Araújo não se calava de sugerir que vinha aí uma espécie de justiça divina, o
que não veio a suceder.
Acontece que se compararmos aquilo que o Rui Setúbal nos
dizia do Luís Gomes e da São Cabrita, com aquilo a que assistimos agora
concluímos que em três anos de mandato o Araújo já colecionou mais processos
duvidosos do que durante os 16 anos do Luís Gomes e São Cabrita. Negócios
duvidosos, ilegalidades, falsas adjudicações e obras promovidas por empresas
com cem euros de capital, são motivos que justificam uma auditoria.
A isto juntam-se muitas despesas questionáveis, abusos na
contratação de funcionários e gestão ruinosa do Município.
Por isso defendemos uma auditoria rigorosa e independente à
gestão do Araújo e do Setúbal e desta vez com regras, para que os seus
resultados sejam inquestionáveis, devendo ser remetidos para as entidades
competentes, designadamente a justiça.
O CARROCEIRO ONLINE
Depois de ter sido despromovido de fotomotorista do nosso senhor
presidente, tendo protagonizando figuras tristes um pouco por todo o lado,
gerando muitas gargalhadas nas reuniões onde aparecia a fotografar a vedeta
minhota, enquanto outros autarcas se riam, acabou por se despromovido.
Começou por fotografar o Araújo, mas ou era um fotógrafo
opinativo ou o Araújo se desiludiu com as suas poses japonesas, acabou por ser
despromovido passando a fotografar lixo. A despromoção não foi grande, começou
por fotografar lixo político para fotografar lixo doméstico, dantes dizia que o
seu modelo era o maior, agora anda a dizer que a culpa do lixo é dos
vila-realenses.
Mas um ordenado muito superior, um carro novinho para
passear e a liberdade de pouco ou nada fazer à custa do nosso dinheiro, obriga
a que a coluna seja suficiente elástica para se sujeitar a tudo.
Agora é o único carroceiro online do país, para usar um
termo que dantes era usado para designar os trabalhadores da CM, mas que
felizmente caiu em desuso com a mudança dos tempos. O homem agora recolhe lixo
através da internet, tentando dar ares de que a CM é muito eficaz, graças à suas
preciosas intervenções online.
E é assim que a CM funciona, o Araújo resolveu o problema da
falta de higiene que grassa por todo o concelho, criando uma nova profissão, despromoveu
o seu fotomotorista a carroceiro online.
E é assim que o Araújo gere o nosso Município.
PROPAGANDA E MAIS PROPAGANDA
Aquilo a que o Araújo e os patetas da sua equipa estão a
sujeitar o concelho desde o dia em que tomaram posse é uma overdose de
propaganda de má qualidade. Três páginas de Facebook a promover a imagem do
Araújo (a página do Município, a página do político e a página supostamente da
família), dezenas e dezenas de posts enjoativos onde se promove o culto da
personalidade de um político de fracos recursos mas que parece sofrer de narcisismo
político.
Não há um programa, não há qualquer visão de médio e longo
prazo, não se promove a gestão eficiente dos recursos, não se contratam os
profissionais necessários, desde que o Araújo tomou posse que o Município está
em gestão corrente. Por um lado, porque o Araújo não tem capacidades técnicas
ou de liderança para uma instituição maior do que uma mercearia, por outro ele
nem está preocupado com o Município, limita-se a fazer o que se faz no dia a
dia para produzir vídeos idiotas e tirar fotografias.
Basta comparar o Facebook dos Municípios, a começar pelos
nossos vizinhos de Castro Marim, Tavira, Olhão ou Alcoutim, para se perceber
que o Araújo transformou a CM de VRSA numa espécie de manicómio de doentes
mentais da propaganda. Eles não fazem nada a pensar nos vila-realenses,
montegordinos ou cacelenses, apenas vivem para inventar posts. O trabalho de
hoje é saber que posts colocarão amanhã.
Temos um autarca que sem se aperceber que não está à altura
de um cargo público que vá além de uma pequena junta de freguesia de uma aldeia
como os Balurcos, tem uma ambição desmedida e julga que a competência de um
político se mede por likes.
O GRANDE BARRETE QUE O ARAÚJO NOS ENFIOU
Muito dado a comemorações, nalguns casos antecipadas e com
direito a bolo, o Araújo comemorou o seu primeiro ano de mandato com uma das
suas grandes medidas e informou os vila-realenses que tinha acabado o
estacionamento tarifado.
Os lambe cús exaltaram de alegria e espalharam a boa nova só
que … era uma mentira, uma de muitas do Araújo que tanto gosta de nos chamar de
mentirosos.
Só que cadela apressada pare cães cegos e o processo vai
arrastar-se nos tribunais e certamente será o próximo executivo, já com o
Araújo de regresso às aulas de espanhol, que terá de pagar a fatura da sua incompetência.
Entretanto, o Araújo nunca mais abriu o pio sobre o assunto.
A verdade é que ele nunca teve a intenção de acabar com o
estacionamento tarifado, nem sequer o deixou de cobrar nos parques que
pertencem à CM. Pior ainda, entretanto, já acabou com muitas centenas de
lugares onde o estacionamento era gratuito.
O que terá o Araújo a dizer sobre isto? Terá a coragem de
explicar o que fez, qua tos lugares encerrou, que parques da CM passaram a ser
gratuitos e quanto já gastou nos tribunais?
MEDO, VINGANÇA E REPRESSÃO
Um dos lados mais absurdos da política do Araújo é a
promoção do medo coletivo, nunca desde o 25 de Abril vimos um político parecer
sentir-se tão bem por inspirar o medo.
A regra no concelho a que muita gente obedece é “quem se
mete com o Araújo leva”. E a expressão é levada muito a sério já que são
públicas as ameaças físicas por parte do seu cunhado polícia, agora promovido a
braço direito do Araújo e seu adjunto, a quem critique o autarca. E não apenas ameaças
físicas e outras atuações que já suscitaram queixas junto das autoridades,
recordando outros tempos até fazem visitas noturnas domiciliárias a quem se
limite a colocar um mero like no Largo da Forca.
Quem toma a palavra numa reunião da Assembleia Municipal e
tem um negócio sabe que no dia seguinte arrisca-se a ter uma fiscalização à
esplanada conduzida pela enfermeira e um fiscal. Os da Urbanização Rias Parque
viram uma operação de multas de estacionamento a seguir a terem estado
presentes na reunião da AM. Uma residente do CINE FOZ foi ofendida por ter
falado e enquanto falava o cunhado do presidente foi sentar-se ao lado com ar
intimidatório, prática que é habitual.
O que pode levar a estes comportamentos que visam impor o
silêncio para que não se ouça uma crítica ao Araújo, a estupidez. O Araújo
confunde VRSA com a sua aldeia ou com o seminário onde andou e não aprendeu a
fazer homilias, ignora que VRSA tem uma história de resistência. Esquece também
que por mais mauzão que seja o cunhado e os seus pares, incluindo o Babita que
também gosta de dar ares da sua graça, há sempre uma voz que se levanta.
OS NOVOS CAMALEÕES
Um dos lados mais tristes da gestão do Araújo foi a utilização
dos recursos do Município para promover a corrupção moral de muita gente, aproveitando
dos piores entre nós, para os promover comprando-os. É gente que muito recebeu
do Luís Gomes e até apareciam nas suas festa de natal familiares a fotografarem-se
com o Araújo, candidatos eleitos por outras listas que de um dia para o outro
se venderam traindo os que lhes confiaram o voto ou meros lambe cus.
Vila Real de Santo António é, de entre os concelhos
turísticos do Algarve, um dos mais pobres, senão mesmo dos mais pobre, o
rendimento médio é baixo, as oportunidades comerciais limitadas. A oferta de
emprego é escassa e com baixos salários, a procura de quadros limita-se a
instituições públicas e no Estado há concursos.
Seria de esperar de autarcas competentes e honestos que se
preocupassem em mudar esta realidade. Mas o Araújo, o Cipriano e o Babita estão
mais preocupados com o seu tachinho e o futuro dos seus do que com o concelho,
optando por uma forma perversa e eticamente corrupta de estar na política.
Em vez de apostarem no bem estar coletivo gastam os recursos
do Município comprando todos os oportunistas que estão à venda, enquanto
perseguem e marginalizam os que os ousem criticar. Promovem os piores a
cidadãos de primeira enquanto quem trabalha, pagando impostos, não precisando dos
seus “favores” são marginalizados e reduzidos a cidadãos de segunda.
Agora que os camaleões são cada vez mais escassos, surge uma
nova espécie de camaleões.
OPORTUNISMO E MENTIRA SISTEMÁTICA
É impressionante como um autarca faz seu o trabalho alheio e
ainda usa as iniciativas que não resultaram a sua ação como obra pessoal para
se promover na sua página política, num gesto de puro abuso e oportunismo.
Começa o seu post insinuando que a o V Triatlo Foz do
Guadiana é resultado da sua ação, escrevendo “o investimento que tem sido feito
no desporto em VRSA”. Como se esta prova não fosse muito anterior ao executivo
e como se fosse uma iniciativa da CM. Nas verdade a CM deu as baias de proteção
e pouco mais, em troca o autarca apareceu no palco.
Nem o elogio aos organizadores, uma mera referência, como se
o trabalho tivesse sido dele. Depois, mistura atletas e espectadores para
engrandecer a sua iniciativa, falando de centenas, como se uma prova fosse
avaliada confundindo espetadores e atletas. A verdade é que, infelizmente, esta
prova já contou com mais de centena e meia de atletas, desta vez foram 84, o
que significa que a sua política desportiva não promoveu a prática do desporto.
Aliás, os seus grandes investimentos no desporto foi noutras modalidades e gastou mais de 150 mil euros numa prova inútil de motas da areia, onde os únicos atletas motards foram jovens da Junqueira.A verdade é que com poucos recursos uma associação sem apoio organiza uma prova desportiva com mais atletas, quase todos locais, do que as provas da inicitaiva da CM, que tenha sido criada durante o presente mandato.
Esta tentativa oportunista de se aproveitar do trabalho
alheio tem sido a prática deste autarca incompetente, que em vez de se
preocupar com o concelho, está a servir-se dele para promoção pessoal.
A mentira e o oportunismo é uma forma de estar na vida
política deste político fraco e incompetente.
QUANDO SE PODE IR PARA A CADEIA A BEM DO POVO
Quando foi confrontado por um jornalista, a propósito de uma
famosa obra da cobertura de uma escola que já estava concluída muito antes do
procedimento de adjudicação, o Araújo empolgou-se e respondeu que não se
importava de ir para a cadeia se isso fosse necessário a bem das nossas
crianças.
Imaginamos que se o mesmo jornalista lhe colocasse a mesma
questão a propósito dos indícios duvidosos relativos ao famoso negócio da
compra dos prédios da Rua de Angola, onde os fundos conseguiram lucros absurdos
de forma muito fácil o Araújo responderia que não se importaria de ir para a
cadeia para impedir que os residentes fossem viver debaixo da ponte.
A mesma resposta seria provável se voltasse a ser
questionado sobre as irregularidades e indícios problemáticos no negócio do
Cine Foz. A bem dos vila-realenses o Araújo não se importa de destruir a sua
vida, fazendo o que for necessário,
São situações duvidosas todas a bem do povo, para que as
crianças tenham aulas, para que ninguém vá viver para debaixo da ponte ou para
que a classe média possa comprar casas baratas.
Nunca Vila Real de Santo António teve um gestor não
dedicado, capaz de violar todas as regras, procedimentos e leis para que o povo
deste concelho viva melhor. Nos outros concelhos os autarcas correm riscos
pelos piores motivos, mas nós temos sorte, o Araújo faz tudo a bem do povo.
Se algum dia assistirmos à injustiça de causar problemas ao
Araújo só porque fez tudo, incluindo desrespeitar a lei, pelo bem dos vila-realenses
seremos o primeiro a ir visitar-lhe e manifestar-lhe a nossa solidariedade.
ARAÚJO, O HOMEM QUE INVESTE EM TURISMO!
Se em três anos de mandato o Araújo nada fez a não ser uma
campanha eleitoral permanente, com o objetivo de promover a sua imagem, numa
tentativa desesperada e ridícula de se promover à custa do concelho, agora já é
evidente que começou uma campanha eleitoral intensa.
O Araújo falhou na tentativa de destruir a oposição,
inviabilizando qualquer candidatura, pode ter comprado tudo o que podia comprar
na candidatura independente e ainda comprou um eleito pelo CHEGA, mas não
conseguiu o seu maior objetivo, meter o Luís Gomes na justiça.
Agora, assistimos a uma campanha diária, aproveitando tudo o
que possa ser aproveitado, como sucedeu com a abertura do ano escolar. A seguir
já inventou mais uma, aproveitou a celebração do Dia Mundial do Turismo, algo
que ignorou nos últimos três anos para organizar mais uma semana de campanha
eleitoral à custa do turismo.
Se juntarmos a abertura do anos escolar a esta semana do
turismo o Araújo terá feito mais campanha em duas semanas a um ano das eleições
do que qualquer adversário fará na campanha eleitoral das próximas autárquicas,
em setembro de 2025.
O problema é que em matéria de turismo o Araújo tem muitos
motivos para sentir vergonha na cara, por aquilo que fez de destruição da
imagem turística do concelho, transformando, por exemplo, Monte Gordo numa
combinação da Feira do Relógio, em Lisboa, com a Praia da Caparica.
Agora até anuncia hotéis de cinco estrelas, mas apenas um
projeto, apresenta candidaturas a fundos europeus ainda por aprovar e como se tais
candidaturas não fosse apresentadas por qualquer executivo. Mas o mais ridículo
é a exibição dos camiões publicitários em final de setembro.
O que o Araújo devia fazer era entrevistar em público os
responsáveis da Pousada da Praça Marquês de Pombal, os gestores do Grand House,
os donos dos restaurantes do Passadiço de Monte Gordo que há três anos que
estão condenados à escuridão durante a noite só porque o Araújo os associa ao
Luís Gomes.
EM vez de camiões de publicidade o que o Araújo deveria
fazer era um desfile do comércio ambulante pois esse comércio é a grande aposta
turística do atual executivo. Ou, então, trazer o Domingão nessa semana e
convidar os clientes do Monte Rey, do Grand House, da Pousada e dos hotéis de
Monte Gordo para um espetáculo exclusivo da Rosinha. Até poderia designar esta
iniciativa com uma das expressões mais apreciadas por este autarca original “aguenta
que dói menos” ou, como ele gosta tanto de cantar “e nós pimba na cama”.
Mas veremos o que se vai saber sobre a forma como esbanjou
os dinheiros da Taxa Turística, quem dirige essa comissão quem dela faz parte.