1. DEZ RAZÕES MAIS UMA PARA CORRER COM ELE
1. 1- DESRESPEITO PELA DEMOCRACIA
Tentativa de destruição de alternativas políticas para se manter no poder, recorrendo aos recursos da CM para comprar adversários e membros de listas adversárias, eleitos ou não eleitos.
Utilização de recursos financeiros da CM para “comprar” eleitos por outros partidos ou recorrendo a ajustes diretos para fazer sucessivas encomendas de prestação de serviços.
Realização de falsas auditorias com o único objetivo de encontrar argumentos para lançar na comunicação social, com o objetivo de promover a perseguição judicial de um antecessor a fim de impedir que se recandidate.
2 - DESTRUIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS E SPAÇOS PÚBLICOS
Em vez de assegurar a manutenção dos espaços públicos e dos espaços verdes do concelho, desviou as verbas para gastar em festas e festarolas pimba, que transforma em verdadeiros comícios pimba, destinados a promover a imagem do executivo.
3- AGRAVAMENTO DA DÍVIDA DO MUNICÍPIO
Essa foi a conclusão do relatório do Conselho de Finanças Públicas que ainda está online apesar dos desmentidos da CM e da tentativa da sua revisão.
4- DESTRUIÇÃO DA IMAGEM TURÍSTICA DO CONCELHO
Destruição da imagem turística do concelho a troco de voto, transformando as marginais das três freguesias em verdadeiras Feiras do Relógio, situação particularmente grave na marginal de Monte Gordo. Uma praia de excelência, das melhores da Europa, foi transformada numa Praia da Caparica, onde nem se pode dormir com tanta gritaria dos vendedores de bolinhas licenciados pelo Araújo, onde o lixo fica por recolher e com o passadiço, o ex-libris desta praia, sem iluminação noturna, numa clara tentativa de arruinar os proprietários dos restaurantes aí instalados.
5- AMEAÇAS FÍSiIICAS S E PERSEGUIÇÕES
Ameaças físicas, perseguições a funcionários da CM , incluindo a destruição do único OTL da sede do concelho, por ser propriedade de um apoiante do anterior autarca., intimidação e ameaças a quem comente desfavoravelmente p executivo.
7 - NEGÓCIOS DUVIDOSOS
A gestão deste executivo tem-se caracterizado por irregularidades e negócios duvidosos. Irregularidades que violam decisões do Tribunal de Contas, como o fracionamento de despesas que foram reprovadas pelo Tribunal de Contas, para desta forma eximir-se a um visto que foi recusado. Negócios duvidosos, com matéria indiciária que deverá merecer a atenção da justiça, como a compra de um apartotel no Monte Fino, o negócio dos prédios da Rua de Angola que foram denunciados pela TVI ou, mais recentemente, o negócio do Cine Foz.
8- DESTRUIÇÃO DA ECONOMIA DO CONCELHO E DAS SUAS EMPREESAS
A concessão de licenças para comércio ambulante um pouco por todo o lado, que não só está destruindo a imagem de um concelho que devria apostar na excelência, como a promoção de numerosos negócios onde não se fatura e se faz concorrência desleal através da fuga aos impostos. Para além desta fuga ao fisco, promovem-se negócios sem trabalhadores legais, sem quaisquer despesas quase à porta dos negócios que pagam todos os impostos e cumprem com todas as exigências legais.
9 - ABUSOS NA CONTRATAÇÃO DE PESSOAL
Contratação sistemática de familiares, amigos e militantes sem qualquer critério, muitos deles sem saber fazer nada e com um total desprezo pela população do concelho, cujos filhos são tratados como sendo de segunda pelo executivo camarários, sendo condenados ao desemprego ou a buscar trabalho fora do concelho. Para familiares, como a cunhada, ou para “camaradas”, como a Célia Paz, a presidente da AM com tiques autoritários, forjam-se concursos assegurando que ficam nos quadros da CM para além do fim do mandato.
10 - TRRANSFORMAÇÃO DO CONCELHO NUMA LIXEIRA A CÉUI ABERTO
A imagem do concelho faz lembrar uma lixeira a céu aberto onde não falta a proliferação de ratazanas e baratas, um pouco por todo o lado. Lixo acumulado, contentores sem limpeza e colocados junto das janelas de residência, lixo por recolher nas praias, esta é a imagem de marca do Araújo, de um lado temos lixo doméstico, do outro lixo político.
E mais uma:
MENTIROSO E INCOMPETENTE
Fez-se eleger com mentiras, recorrendo de forma sistemática à mentira.
Evidencia não ter o mínimo de competência, nem ele nem os que o acompanham, para exercer o cargo para que foi eleito. Mesmo sem os abusos atrás referidos seria incapaz de fazer algo que justifique a sua eleição.