Mesmo no centro da cidade, em plena zona histórica, metros
ao lado do edifício da Alfândega, onde o Araújo inventou uma cerimónia para
inaugurar o brasão da Alfândega, vemos agora outra grande obra no regime do
Araújo.
Como é que isto foi possível, certamente a CM não
desconhecia o que estava a suceder, todos eles vão abrir o Largo da Forca logo
que acordam e nem sabem se a vontade de fazer o xixi é do medo ou da hora.
Mas a obra está concluída e à vistas de todos, um
desrespeito total pelo património da nossa terra, que o Araújo prometeu
defender em entrevista na Rádio Guadiana.
Mas há regras para qualquer obra e no caso da zona histórica
as regras são ainda mais exigentes. Se a obra foi permitida, sem qualquer
edital, sem qualquer licença e desrespeitando as condições de segurança de quem
trabalhava e de quem passava na rua é porque o Araújo permitiu.
É por isso que faz sentido perguntar o que recebeu o Araújo
em troca, palmadinhas nas costas, promessa de votos?
E os fiscais da CM, que motivo os levou a não intervir, a
cumprir com os seus deveres?
Enfim, este Araújo continua a obrar na nossa terra.